A necessidade de um atacante no Chelsea se tornou prioridade neste mercado de transferências. E o alvo já estaria definido: Andy Carroll, centroavante do West Ham.
A má fase ofensiva preocupa muito nos Blues. Após o empate sem gols contra o Leicester em casa, a equipe alcançou a marca de três empates consecutivos sem balançar as redes pela primeira vez em sua história.
Titular absoluto, Álvaro Morata não vem em um bom momento. Foram apenas dois gols desde o meio de novembro, passando em branco em cinco jogos. Além disso, Hazard foi substituído nas últimas quatro partidas em que começou em campo.
O reserva imediato de Morata é o belga Michy Batshuayi. Contratado na última temporada por £33,2 milhões (R$ 146,4 milhões) do Olympique de Marselha-FRA, o atacante mais uma promessa da tão comentada “ótima geração belga” dos últimos anos.
No entanto, Antonio Conte parece não ter tanta confiança no jogador. A expectativa era de que, após o período de adaptação, Batshuayi fosse mais utilizado e tivesse maior espaço na equipe, o que não vem acontecendo. E caso fosse contratado um substituto, o belga seria emprestado já em janeiro para o Sevilla-ESP, um dos interessados em seu futebol.
O desejo da contratação de um atacante não é de agora no Chelsea. Na última janela, o clube procurava alguém para o setor e chegou a estar muito perto de um acordo com Fernando Llorente, à época no Swansea. O espanhol, porém, acertou com o Tottenham e frustrou os planos de Conte.
Esta seria a segunda experiência de Carroll em um dos grandes da Inglaterra. Em 2011, o centroavante foi comprado pelo Liverpool por uma quantia recorde de £35 milhões (R$ 154,4 milhões). A grande expectativa se transformou em frustração e a passagem pelos Reds não foi das melhores. Após um empréstimo, o West Ham o adquiriu em definitivo por £15 milhões (R$ 66,1 milhões).
Mesmo com um histórico não tão bom, o atacante é visto com bons olhos por Conte. O italiano gosta do futebol de Carroll e o considera uma boa alternativa de reposição para Morata.
Além disso, o negócio seria feito por empréstimo de apenas seis meses, o que geraria um baixo custo ao clube que gastou £15 milhões (R$ 66,1 milhões) nesta janela com a contratação do meia Ross Barkley.
