O ex-atacante Viola foi condenado na última segunda-feira (23) a três anos de prisão por posse ilegal de armas e munições.
A pena, no entanto, foi convertida em serviços comunitários, que devem ser prestados ao longo do mesmo período da sentença.
O ex-jogador, que se chama Paulo Sérgio Rosa, pode recorrer da decisão.
O caso foi iniciado em 2012, quando a ex-mulher de Viola processou o atleta.
Na ocasião, ele foi preso em Santana de Parnaíba, na grande São Paulo, por desobedecer uma ordem judicial, ao ser flagrado com armamento de uso restrito e ameaçar a sua então companheira.
Posteriormente, a Polícia realizou vistoria na casa de Viola, encontrando uma pistola calibre 380, um silenciador importado e cerca de 80 munições de vários calibres, entre elas algumas de espingarda calibre 12.
Em sua sentença, o juiz Gustavo Nardi, da Vara Criminal de Santana do Parnaíba, considerou as provas e a autoria inequívocas, condenando Viola a três anos de detenção, além do pagamento de 10 salários mínimos no valor vigente da época.
Na carreira, o ex-jogador passou por vários grandes times do futebol nacional, com destaque para Corinthians, Palmeiras, Santos e Vasco. No exterior, jogou por Valencia, da Espanha, e Gaziantepspor, da Turquia.
Com a camisa da seleção brasileira, o polêmico ex-atleta ganhou a Copa do Mundo de 1994 e também disputou a Copa América de 1993.
