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'Polícia truculenta', bolas murchas e mais: presidente da CBF desabafa contra 'várzea' que seleção encarou na Bolívia

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O presidente da CBF, Samir Xaud, fez duras críticas à recepção na Bolívia nesta terça-feira (9) que teve a seleção brasileira para o duelo contra a a seleção local, em Em Alto, a mais de 4 mil metros de altitude.

Em entrevista ao SporTV após a derrota brasileira por 1 a 0, Samir criticou a truculência da polícia e citou bolas murchas e outros problemas.

"Uma tristeza o que ocorreu hoje aqui, viemos para jogar futebol e o que nós vimos desde a nossa chegada foi um anti-jogo. Mesmo com essa altitude, 4 mil metros, jogamos contra a arbitragem, contra a polícia, contra os gandulas, tirando de campo e murchando as bolas, colocando bolas dentro de campo. Desculpa a palavra, mas uma verdadeira várzea hoje, é o que não esperamos para o futebol mundial, nem para o futebol sul-americano", desabafou o presidente da CBF.

"Fica difícil jogar futebol e ainda mais jogando com 14 homens dentro de campo contra uma seleção. Espero que a Conmebol tome providências, temos tudo gravado, tudo o que aconteceu dentro de campo. Isso não pode acontecer, é um absurdo", seguiu.

"Polícia truculenta com toda a equipe, com toda a comissão técnica, tudo o que a gente não espera. Nós recebemos no Brasil todas as seleções muito bem, abraçamos as seleções, colocamos tudo à disposição deles, e quando vamos jogar fora do Brasil, principalmente aqui, chega a ser até absurda a recepção que temos aqui. Fica a minha indignação e espero que a Conmebol tome providências. Que isso não aconteça mais, vamos formalizar tudo", garantiu Samir Xaud ao SporTV.