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São Paulo e Santos fecham parceria e 'trocam' Morumbis pela Vila Belmiro

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São Paulo e Santos chegaram a acordo, anunciado nesta sexta-feira (11), para a 'troca' do Morumbis pela Vila Belmiro por três jogos.

O Tricolor jogará três partidas na casa santista, enquanto o Peixe também fará três jogos na casa são-paulina na capital paulista.

Segundo o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, a ideia é aproximar o clube do torcedor da capital.

“Fizemos grandes partidas recentemente na capital, com uma adesão fantástica de público e nossa intenção é manter esse sucesso, ajudando tanto a torcida quanto o nosso time”, afirmou Marcelo Teixeira.

Em seu site oficial, o Santos divulgou ainda que enviará ofício à CBF para que o primeiro desses três jogos no Morumbis, casa do São Paulo, seja o confronto entre Santos e Juventude, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, com data prevista para 4 de agosto, segunda-feira.

Recentemente, os rivais já fizeram partidas um na casa do outro.

Em 2023, na reta final do Brasileirão, o São Paulo enfrentou o Red Bull Bragantino na Vila Belmiro em 8 de novembro daquele ano, pouco mais de um mês após o inédito título da Copa do Brasil.

No ano seguinte, o Santos recebeu o São Bernardo no Morumbis, pelo Campeonato Paulista, em 25 de fevereiro.

À época, a 'troca' foi entendida como positiva pelos dois clubes, que encheram os estádios dos rivais e venceram suas partidas.

Se para o Santos o acordo aumenta a arrecadação e o público do Peixe, já que a capacidade do Morumbis é muito maior do que a da Vila Belmiro, para o São Paulo garantir a possibilidade de jogar na Vila Belmiro é uma forma de ter uma 'casa' próxima da capital quando o Morumbis estiver sendo usado para shows.

Outras opções mais óbvias e usadas com mais frequência, como Pacaembu e Arena Barueri, hoje estão descartadas.

Enquanto a Mercado Livre Arena Pacaembu não tem neste momento alvará para receber jogos oficiais, o estádio de Barueri, marcado para o torcedor são-paulino por ser o local do centésimo gol de Rogério Ceni, sobre o Corinthians, pertence à Leila Pereira, presidente do Palmeiras, o que dificulta o negócio.