No futebol mundial é assim: a temporada de clubes acaba, começa a de seleções. Enquanto Brasil e Argentina lutam pelo título da Copa América, a Europa se une em peso para acompanhar a tradicional Eurocopa, que coloca as principais forças do continente na briga pelo título existente desde 1960.
É a grande oportunidade de acompanhar seleções que, embora não façam parte do dia a dia de quem consome futebol no Brasil, merecem uma atenção toda especial. Afinal, a dois anos da Copa do Mundo de 2026, é sempre bom ficar de olho em quem pode cruzar o caminho da seleção de Dorival Júnior.
As últimas edições já mostraram isso. Desde o título de 2002, o Brasil sempre cai para uma equipe da Europa no Mundial. Tirando a França, que fez uma Euro ruim em 2004 para surpreender dois anos depois, Holanda, Alemanha, Bélgica e Croácia já haviam sinalizado que mereciam um cuidado extra da seleção canarinho.
Portanto, vale a pena monitorar o que as principais equipes do mundo têm a mostrar. Kylian Mbappé vai de novo levar a França aos primeiros lugares? Chegou a hora da tão badalada geração da Inglaterra, com Jude Bellingham e Harry Kane? Cristiano Ronaldo ainda pode fazer "chover" em Portugal? Ou é a hora das velhas e pesadas camisas de Alemanha e Itália recuperarem prestígio?
Essas e outras respostas estão aqui no guia especial preparado pelo ESPN.com.br. Nele, você conhece um pouco de cada uma das 24 seleções, quais serão as sedes, quem pinta como favorito antes de a bola rolar e mais um pouco. Quer ficar por dentro da Euro? A gente te ajuda abaixo.
Os grupos

Sedes e estádios
Diferentemente da última Euro, em que a Uefa organizou uma edição itinerante em 11 países diferentes, a edição de 2024 será 100% realizada na Alemanha. A seleção germânica, por sinal, nem precisou participar das eliminatórias, por se garantir como país-sede.
Dez cidades receberão os jogos, com destaque para Munique, local da partida de abertura entre os alemães e a Escócia, na próxima sexta-feira (14), e Berlim, escolhida para sediar a final, marcada para 14 de julho, no Estádio Olímpico.
Os estádios escolhidos são:
Olympiastadion (Berlim) - recebe 6 jogos (3 da fase de grupos, um de oitavas, um de quartas e a final)
Allianz Arena (Munique) - recebe 6 jogos (4 da fase de grupos, um de oitavas e uma semifinal)
Signal Iduna Park (Dortmund) - recebe 6 jogos (4 da fase de grupos, um de oitavas e uma semifinal)
RheinEnergieStadion (Colônia) - recebe 5 jogos (4 da fase de grupos e um de oitavas)
Deutsche Bank Park (Frankfurt) - recebe 5 jogos (4 da fase de grupos e um de oitavas)
Volksparkstadion (Hamburgo) - recebe 5 jogos (4 da fase de grupos e um de quartas)
Mercedes-Benz Arena (Stuttgart) - recebe 5 jogos (4 da fase de grupos e um de quartas)
Düsseldorf Arena (Dusseldorf) - recebe 5 jogos (3 da fase de grupos, um de oitavas e um de quartas)
Red Bull Arena Leipzig (Leipzig) - recebe 4 jogos (3 da fase de grupos e um de oitavas)
Arena AufSchalke (Gelsenkirchen) - recebe 4 jogos (3 da fase de grupos e um de oitavas)

Favoritos ao título
Tal qual a Copa do Mundo, o rol de favoritos de uma Euro dificilmente foge das equipes tradicionais que, no passado, levantaram esse caneco.
A França, atual vice-campeã do mundo e liderada por Mbappé, surge como a grande força para ficar com a taça, mas há concorrência de peso. Inglaterra e Portugal possuem times fortíssimos, a Alemanha aposta no fator casa, enquanto a Espanha, claro, não pode ser descartada na disputa.
Qual dessas seleções chega mais forte? Gian Oddi, comentarista da ESPN, traça um cenário do que esperar na Eurocopa a partir desta sexta:
Raio-x das 24 seleções
GRUPO A
Alemanha
Como se classificou: país-sede
Melhor campanha: campeão (1972, 1980 e 1996)
Destaque do time: Florian Wirtz
Técnico: Julian Nagelsmann
Donos da casa, os alemães buscam redenção depois de uma sequência de decepções nos últimos torneios disputados. Eliminados na fase de grupos das últimas duas Copas do Mundo e com uma modesta campanha de oitavas de final na Euro de 2021, o time agora comandado por Julian Nagelsmann chega renovado para buscar dar uma resposta para o seu torcedor.
Escócia
Como se classificou: 2º lugar do grupo A das eliminatórias
Melhor campanha: 5º lugar (1992)
Destaque do time: John McGinn
Técnico: Steve Clarke
Com uma geração envelhecida, os escoceses chegam como azarões no grupo A, sendo 'favoritos' a ficarem na última posição. É apenas a quarta participação na história do torneio, a segunda seguida. Em 2021, ficaram na antepenúltima posição. Três anos depois, chegam sem tanta aspiração, mas com o sonho de, quem sabe, surpreender.
Hungria
Como se classificou: líder do grupo G das eliminatórias
Melhor campanha: 3º lugar (1964)
Destaque do time: Dominik Szoboszlai
Técnico: Marco Rossi
Seleção dona de uma das melhores campanhas das eliminatórias, a Hungria é candidata a ser surpresa na Eurocopa depois de quase chegar ao mata-mata da última Nations League, rebaixando a Inglaterra para a Liga B. Willi Orban e Dominik Szoboszlai comandam a geração que disputa o torneio pela terceira edição seguida.
Suíça
Como se classificou: 2º lugar do grupo I das eliminatórias
Melhor campanha: 7º lugar (2021)
Destaque do time: Granit Xhaka
Técnico: Murat Yakin
Uma das surpresas da última Euro, quando eliminou a França, a Suíça chega para a disputa em 2024 com um time envelhecido e com poucas novas alternativas. Mesmo com idade avançada, nomes como Granit Xhaka ainda são as principais referências técnicas do time.
GRUPO B
Espanha
Como se classificou: líder do grupo A das eliminatórias
Melhor campanha: campeão (1964, 2008 e 2012)
Destaque do time: Rodri
Técnico: Luis de la Fuente
Semifinalista na última Eurocopa, a Espanha decepcionou na Copa do Mundo após ser eliminada para o Marrocos. Luis de la Fuente deu sequência ao trabalho de renovação iniciado por Luis Enrique, com a equipe contando com nomes mais jovens como Pau Cubarsí e Lamine Yamal em seu elenco. A mescla com poucos nomes de mais rodagem com a seleção torna o time uma incógnita, mas é uma força que não pode ser desprezada.
Croácia
Como se classificou: 2º lugar do grupo D das eliminatórias
Melhor campanha: 5º lugar (2008)
Destaque do time: Luka Modric
Técnico: Zlatko Dalic
Muitos imaginavam que a geração vice-campeã mundial em 2018 tinha sido a última grande aparição da Croácia. Mas o time de Zlatko Dalic se renovou e seguiu sendo competitivo, chegando na semifinal da última Copa do Mundo eliminando o Brasil. Esta possivelmente será a última aparição em Euro de nomes como Luka Modric e Ivan Perisic, mas o futuro está em jovens como Josko Gvardiol, zagueiro adaptado à lateral esquerda no Manchester City.
Itália
Como se classificou: 2º lugar do grupo C das eliminatórias
Melhor campanha: campeão (1968 e 2021)
Destaque do time: Nicolo Barella
Técnico: Luciano Spalletti
Atual campeã, a Itália viveu turbulências depois de levantar a taça em Wembley. Fora da última Copa do Mundo, a Azzurra trocou de treinador e iniciou uma nova renovação, com apenas oito remanescentes da última Euro na lista de convocados para o torneio. É sempre colocada no bolo dos favoritos pelo peso da camisa e tradição, mas, hoje, soa improvável que repita o feito da última Euro.
Albânia
Como se classificou: líder do grupo E das eliminatórias
Melhor campanha: 18º lugar (2016)
Destaque do time: Armando Broja
Técnico: Sylvinho
De volta para sua segunda participação na história do torneio, a Albânia chega com holofotes para si (pelo menos no Brasil) por conta do técnico Sylvinho e a boa campanha nas eliminatórias. O "azar" foi cair em uma das chaves mais complicadas, com três seleções mais estreladas e com maior expectativa.
GRUPO C
Eslovênia
Como se classificou: 2º lugar do grupo H das eliminatórias
Melhor campanha: 13º lugar (2000)
Destaque do time: Benjamin Sesko
Técnico: Matjaz Kek
De volta depois de 24 anos, a Eslovênia busca passar da fase de grupos pela primeira vez em sua história. Com o retorno de Josip Ilicic e a boa fase do jovem Benjamin Sesko, o time possui poderio ofensivo para quem sabe surpreender no torneio.
Dinamarca
Como se classificou: líder do grupo H das eliminatórias
Melhor campanha: campeão (1992)
Destaque do time: Rasmus Hojlund
Técnico: Kasper Hjulmand
Sensação da última Euro, quando chegou até a semifinal, a Dinamarca manteve sua base do último torneio e ainda teve a incorporação de jovens talentos, como o centroavante Rasmus Hojlund, do Manchester United. É candidato a surpreender de novo, mas a expectativa criada na última Copa acabou sendo frustrada com uma queda precoce.
Sérvia
Como se classificou: 2º lugar do grupo G das eliminatórias
Melhor campanha: estreante (jogou antes como Sérvia e Montenegro em 2004)
Destaque do time: Dusan Vlahovic
Técnico: Dragan Stojkovic
A geração estrelada possui maior rodagem, mas alguns nomes antes midiáticos já não possuem mais o mesmo vigor. Nomes como Dusan Tadic, Sergej Milinkovic-Savic e Aleksandar Mitrovic estão com idade avançada e não atuam mais nos principais centros da Europa como antes. Além disso, Nemanja Matic sequer foi convocado. Resta saber se as jovens revelações conseguirão assumir o protagonismo na estreia sérvia na Euro.
Inglaterra
Como se classificou: líder do grupo C das eliminatórias
Melhor campanha: vice-campeão (2021)
Destaque do time: Harry Kane
Técnico: Gareth Southgate
Seleção posta como uma das principais favoritas ao título, a Inglaterra vê alguns de seus principais jogadores muito mais experientes. Jude Bellingham e Harry Kane foram considerados dois dos melhores jogadores do mundo na última temporada. Depois do vice em 2021, chegou a hora do 'futebol voltar para casa'? Talento não falta, mas há outros fatores que parecem frear a geração.
GRUPO D
Holanda
Como se classificou: 2º lugar do grupo B das eliminatórias
Melhor campanha: campeão (1988)
Destaque do time: Virgil van Dijk
Técnico: Ronald Koeman
Agora com Ronald Koeman de volta ao comando, a Holanda manteve a base do time que chegou nas quartas da última Copa do Mundo e ainda conta com as adições de jogadores como Jeremie Frimpong e Xavi Simons. Time junta a experiência de Van Dijk e Daley Blind com jovens que vêm encantando na Europa.
França
Como se classificou: líder do grupo B das eliminatórias
Melhor campanha: campeão (1984 e 2000)
Destaque do time: Kylian Mbappé
Técnico: Didier Deschamps
Depois do vice-campeonato na última Copa do Mundo e tendo decepcionado na Euro de 2021, a França quer dar uma resposta. Com Mbappé nos holofotes após o anúncio de sua chegada no Real Madrid, a equipe é mais uma vez uma das principais concorrentes ao título continental.
Polônia
Como se classificou: vencedor do playoff A
Melhor campanha: 7º lugar (2016)
Destaque do time: Robert Lewandowski
Técnico: Michal Probierz
Apesar de ter em Robert Lewandowski um dos melhores jogadores do mundo, a Polônia decepcionou nos últimos anos, acumulando três trocas de técnicos desde a última Euro. Nas eliminatórias, a seleção não conseguiu a vaga direta, dependendo de um emocionante duelo na repescagem para garantir a classificação.
Áustria
Como se classificou: 2º lugar do grupo F das eliminatórias
Melhor campanha: 12º lugar (2021)
Destaque do time: Marko Arnautovic
Técnico: Ralf Rangnick
Mesmo longe de ter a melhor das suas gerações, a Áustria mais uma vez se mostrou competitiva o bastante para se classificar de forma direta para a Eurocopa. Na última edição, a seleção surpreendeu ao avançar ao mata-mata e teve sua melhor campanha na história. Agora, com Ralf Rangnick no comando, as expectativas não são altas, mas o time é candidato a herdar uma das vagas com melhor campanha entre os terceiros de cada chave.
GRUPO E
Ucrânia
Como se classificou: vencedor do playoff B
Melhor campanha: 8º lugar (2021)
Destaque do time: Mykhailo Mudryk
Técnico: Serhiy Rebrov
Em meio à guerra no país, a seleção ucraniana conseguiu conquistar sua classificação para a Euro de forma surpreendente. Nomes mais jovens, como Mudryk, Tsygankov e Dovbyk, demonstram boa capacidade de surpreender – ainda mais com o nível dos adversários na fase de grupos.
Eslováquia
Como se classificou: 2º lugar do grupo J das eliminatórias
Melhor campanha: 14º lugar (2016)
Destaque do time: Milan Skriniar
Técnico: Francesco Calzona
Presentes pela terceira edição seguida na fase de grupos, a Eslováquia não conta mais com nomes como Marek Hamsik do meio para a frente, com sua principal esperança técnica estando no setor defensivo. Dentro do grupo, o time é o que menos inspira confiança.
Bélgica
Como se classificou: líder do grupo F das eliminatórias
Melhor campanha: vice-campeão (1980)
Destaque do time: Kevin de Bruyne
Técnico: Domenico Tedesco
A 'incrível geração' já não é mais a mesma. Com muitos nomes ausentes, a Bélgica vem tendo uma renovação gradual, com novos jogadores já assumindo papel de protagonismo ao lado de De Bruyne e Lukaku. O principal exemplo é Jeremy Doku, um dos grandes nomes do Manchester City na última temporada. Fora da lista de favoritos, os belgas possuem expectativas mais modestas dessa vez.
Romênia
Como se classificou: líder do grupo I das eliminatórias
Melhor campanha: 7º lugar (2000)
Destaque do time: Radu Dragusin
Técnico: Edward Iordanescu
16 anos se passaram desde a última participação romena na Euro. De lá para cá, muita coisa mudou, mas as expectativas sobre a geração não são as mais altas. A principal força do time está em sua linha defensiva, contando com nomes de maior projeção.
GRUPO F
Portugal
Como se classificou: líder do grupo J das eliminatórias
Melhor campanha: campeão (2016)
Destaque do time: Cristiano Ronaldo
Técnico: Roberto Martínez
Com Fernando Santos, a geração estrelada não atingiu seu melhor rendimento (apesar da conquista inesperada da Euro em 2016). Agora, sob nova direção, Cristiano Ronaldo e companhia surgem como um dos principais concorrentes ao título europeu.
República Tcheca
Como se classificou: 2º lugar do grupo E das eliminatórias
Melhor campanha: vice-campeão (1996)
Destaque do time: Patrik Schick
Técnico: Ivan Hasek
Sem muitos holofotes, a República Tcheca conseguiu deixar para trás a seleção da Polônia em seu grupo das eliminatórias. Com Patrik Schick embalado pelo título inédito da Bundesliga pelo Bayer Leverkusen, a seleção é candidata a chegar ao mata-mata mais uma vez.
Geórgia
Como se classificou: vencedor do playoff C
Melhor campanha: estreante
Destaque do time: Khvicha Kvaratskhelia
Técnico: Willy Sagnol
Uma das estreantes é também uma das grandes surpresas na fase de grupos. A Geórgia, comandada pelo ex-lateral francês Willy Sagnol, conta com Kvaratskhelia como sua principal referência técnica para busca surpreender também na disputa do torneio na Alemanha.
Turquia
Como se classificou: líder do grupo D das eliminatórias
Melhor campanha: 4º lugar (2008)
Destaque do time: Hakan Çalhanoglu
Técnico: Vincenzo Montella
Depois da chegada à semifinal em 2008, a Turquia nunca mais conseguiu repetir algo parecido na Eurocopa. Nesse ano, porém, a equipe conta com um grupo acessível para buscar um lugar no mata-mata do torneio.
Ausências de peso
Não seria uma autêntica competição gigante sem aquelas polêmicas baixas nas listas de convocações. E a Euro deste ano, sem exagero, causou muito debate antes mesmo de rolar a bola.
A começar pela Inglaterra, em que Gareth Southgate surpreendeu a todos ao cortar o zagueiro Harry Maguire e o atacante Jack Grealish do grupo. A ausência da dupla, sobretudo do camisa 10 do Manchester City, mexeu com o grupo internamente.
O técnico inglês, é verdade, já havia deixado outros famosos fora da lista, casos dos atacantes Jadon Sancho, Marcus Rashford e Raheem Sterling. Os três estão longe da forma que um dia tiveram, mas eram peças constantes em listas passadas.
O time da casa não fica muito longe. Nomes como o zagueiro Hummels e o meia Goretzka foram barrados da convocação final da Alemanha, mais por questões de comportamento do que pelo que atuaram nos últimos meses da temporada europeia.
Eurocopa 2024 começa nesta sexta-feira (14) com o duelo entre Alemanha e Escócia, a partir das 16h (de Brasília), no Allianz Arena
Outra ausência considerável está na seleção da Bélgica. Thibaut Courtois, para muitos o melhor goleiro do mundo, foi deixado de lado pelo técnico Domenico Tedesco, pelo simples fato de, na visão de quem convoca, não ter condições de atuar após ficar quase toda a temporada fora.
Courtois, vale lembrar, atuou normalmente na reta final de LALIGA e na final da Champions League, sendo decisivo, mais uma vez, para o Real Madrid sair com o título. Mesmo assim, verá a Euro do sofá de casa.
Se o goleiro está recuperado, outros não podem dizer o mesmo. Isco e Gavi, por exemplo, não puderam ser chamados pela Espanha, assim como David Alaba, zagueiro do Real Madrid, é a grande ausência da Áustria na disputa. Frenkie de Jong também desfalcará a Holanda por lesão.
Há também o grupo dos ausentes forçados, que não jogarão a Euro porque suas seleções sequer foram classificadas. É o caso de Erling Haaland e Martin Odegaard, dupla estrelada da Noruega, novamente fora de um grande torneio.
Todos os campeões
A Euro volta a ser disputada três anos depois da edição itinerante, que passou por diversos países do continente e acabou nas mãos da Itália, ao derrotar a Inglaterra em pleno Wembley, nos pênaltis.
Dona da casa, a Alemanha é a maior campeã da história da Euro, com três conquistas, ao lado da Espanha. Itália e França aparecem na sequência. A seleção a entrar mais recentemente para o grupo foi Portugal, que venceu a edição de 2016.
