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Denilson conta qual o amuleto 'unânime' da seleção de 2002 e conta superstição que fez elenco até voltar para o ônibus antes de jogo

Em entrevista, atacante membro da equipe pentacampeã do mundo abriu o jogo sobre bastidores do título


Nesta quinta-feira (30), o penta da Copa do Mundo da seleção brasileira completa 20 anos e muitas lembranças da conquista estão sendo contadas por personagens que foram protagonistas da campanha.

Um desses é o atacante Denilson, reserva que entrou em campo em cinco das sete partidas da campanha vencedora do Mundial. Em entrevista ao podcast Fala, Brasólho, o ex-jogador falou sobre a relação da equipe com o pagode nos bastidores da campanha.

"Eu acho que o nosso pagode, acho que isso vai ser unânime (como amuleto do Brasil). É o único assunto unânime, o pagode que a gente fazia no ônibus. A gente ia para o treino, pagode, tirava a maior onda, no fundo do busão, o Ronaldinho participava muito, Juninho Paulista - no pandeiro ele é ruim -, mas todo mundo tirava a maior onda", disse o ex-atacante.

Denílson ainda lembrou do dia em que o time não cumpriu com uma superstição com os pagodes nos ônibus e voltou para conseguir cumprí-la antes de partida.

"A gente cantava várias músicas e virou meio que uma playlist, uma sequência de pagodes que a gente cantava, mas teve um jogo que a gente esqueceu de cantar uma música e já tinha descido metade dos caras do ônibus", afirmou.

"E os caras falaram 'mano, a música, vamos voltar'. Voltamos, cantamos o refrão. Superstição cabe isso. Essa era a rotina que a gente tinha, de cantar os nossos pagodes", finalizou.