Dirigente, que ficará no 2027 no cargo, prometeu ''prêmio extra'' de US$ 10 milhões (R$ 50 milhões) a seleção sul-americana que ganhar o Mundial do Qatar
Nesta sexta-feira, o paraguaio Alejandro Domínguez foi reeleito presidente da Conmebol, durante o 75º Congresso Ordinário da organização, que foi realizado em Doha, no Catar. O novo mandato será válido de 2023 a 2027.
Francisco Egas, do Equador, Claudio Tapia, da Argentina, e Pablo Milad, do Chile, ocupam a primeira, segunda e terceira vice-presidências, respectivamente.
Dentre os destaques da gestão de Alejandro Domínguez está o aumento das premiações dos torneios da Conmebol. Neste ano, a projeção é que a confederação distribua US$ 244.360.000 (cerca de R$ 1,1 bilhão), enquanto em 2015 o valor foi de US$ 71.190.000 (R$ 336 milhões na cotação atual).
“Como dissemos mais de uma vez: a casa está em ordem. Existe uma gestão profissional, transparência administrativa e solidez institucional. Agora é o momento de sair e conquistar o mundo, para alcançar as maiores glórias esportivas, em nível de clubes e de seleções”, afirmou.
Domínguez ainda prometeu um prêmio extra de US$ 10 milhões (cerca de R$ 50 milhões) caso alguma seleção sul-americana ganhe o Mundial do Qatar.
A eleição do presidente não foi o único pleito realizado neste congresso. O brasileiro Fernando Sarney foi reeleito como representante da Fifa, função na qual ele acompanha Domínguez, o colombiano Ramón Jesurún, a equatoriana María Sol Núñez e o uruguaio Ignacio Alonso.
Já o colombiano Fernando Castillo presidirá a Comissão de Conformidade e Auditoria da Conmebol. Por fim, o peruano Fernando Corcino será membro da Comissão de Apelação.
