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VCT: Team Vikings supera Sharks Esports e garante bicampeonato do Challengers Brasil

A Team Vikings é uma das representantes brasileiras no Masters da Islândia e bicampeã do Challengers Brasil Divulgação/Team Vikings

Neste domingo (09) de Dia das Mães, as duas equipes que representarão o Brasil internacionalmente no segundo Masters de 2021 se enfrentaram hoje em uma melhor de cinco para definir a grande campeã do Valorant Challengers Finals. Mostrando que o Brasil será bem representado internacionalmente, Sharks e Team Vikings apresentaram um show aos espectadores, que terminou com os Vikings garantindo o bicampeonato em um 3 a 1.

Emplacando um 2 a 0 categórico em qualquer equipe que ousou entrar em sua frente, a equipe da Team Vikings chegou à grande final de forma tranquila através da chave superior. Do outro lado, Sharks Esports chegou forte e subiu para a grande final querendo mudar o resultado do confronto contra os Vikings durante as finais da chave superior que mandou os tubarões para a repescagem.

SHARKS 1 x 0 VIKINGS

A estreia do grande espetáculo entre as equipes começou com o mapa Ascent. Escolha da Team Vikings, a equipe começou do lado atacante e mostrou aos tubarões sua força neste mapa através de entradas rápidas e dominantes. Resilientes como em seus confrontos anteriores, a Sharks manteve-se forte no jogo e não deixou a adversária despontar no placar: 7 a 5 na virada de lado e Vikings na defesa.

Apesar da diferença no placar na virada e uma vitória agressiva por parte da Vikings no round de pistola, a Sharks mostrou uma boa adaptação e se encontrou no lado atacante, encostando no placar em um 9 a 9, complicando os Vikings financeiramente e virando o placar pela primeira vez na série.

Após a virada do placar, os tubarões mostraram sua excelência no ataque e acabaram com a invencibilidade da Team Vikings de 13 partidas no mapa Ascent para abrir o placar da série em 1 a 0 em uma ótima atuação de Prozin.

SHARKS 1 x 1 VIKINGS

O mapa de escolha dos Tubarões começou com uma Vikings forte e Sacy mostrando-se inspirado ao aplicar um 5k (quando um único jogador elimina todos os inimigos) no primeiro round do mapa que fez sua equipe crescer no jogo.

A Haven, que é considerada como um dos melhores mapas da Sharks e que rendeu muitos banimentos em confrontos que a equipe estava envolvida, trouxe um jogo totalmente diferente e apático quando comparado ao anterior. Apesar de um ótimo jogo de Prozin, a Vikings ignorou a virada no mapa anterior e chegou forte, atropelando a adversária em um 13 a 2, com Sacy se destacando e empate no placar geral: 1 a 1.

SHARKS 1 x 2 VIKINGS

A Bind, segundo mapa de escolha da Vikings, trouxe aos espectadores o começo mais equilibrado da série até o momento, com ambas as equipes trocando pontos conforme as rodadas iam passando e virando de lado na primeira metade com uma leve vantagem para a Vikings em um 7 a 5.

Vantagem essa que se tornou insignificante para a equipe da Sharks durante o lado atacante, onde voltaram a mostrar sua força quando o objetivo é plantar o spike no chão e empataram a partida diversas vezes. No entanto, os duelistas da Team Vikings Gtn e Frz brilharam nos últimos rounds para garantir a vitória em um 13 a 11 apertado.

SHARKS 1 x 3 VIKINGS

O possível último mapa da rotação da grande final pôs toda a pressão da série em cima da Sharks Esports, que precisava vencer a Icebox para manter viva a chance de se sagrar campeã.

Boas decisões estratégicas por parte do capitão argentino Saadhak e com o resto do time desempenhando muito bem, a Vikings virou de lado com uma boa vantagem no placar e aumentou ainda mais a pressão em cima dos Tubarões.

O lado atacante da equipe comandada por Frasan, apesar de trazer uma boa performance da Sharks para diminuir a diferença no placar, não foi o suficiente para parar o bom momento da Vikings. Em meio a bons rounds de Sutecas e Sacy, a Vikings encontrou espaços para encaixar vitórias e assegurar a vitória em um 13 a 9, fechando a série.

A vitória sobre a Sharks garantiu à Vikings o bicampeonato do Challengers brasileiro, a premiação de R$60 mil e também a primeira seed para o Masters de Reiquiavique. Agora as equipes brasileiras esperam a definição do representante latino-americano no torneio para descobrir seus primeiros adversários.