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Segundo RafaP, Uppercut tem que mostrar dentro de jogo porque é candidata ao título do CBLoL

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Para Rafap, "poucos jogadores param de jogar LoL e se tornam membros de comissão técnica". (5:51)

Técnico da Uppercut pensa que a falta dessa migração atrapalha a evolução do cenário brasileiro (5:51)

Apesar de ter feito boa campanha na edição em que estreou no Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL) 2019, por pouco não conseguindo chegar ao mata-mata, a Uppercut não entrou na segunda etapa entre as favoritas ao título na opinião de especialistas e parte da comunidade.

Lúcido, ao ESPN Esports Brasil, o treinador RafaP diz que a Uppercut “tem que mostrar no Rift” que é, sim, uma das grandes forças deste CBLoL. “A gente não tem que bater de frente com relação a isso [opinião pública. Temos que mostrar no Rift”, refletiu.

O profissional revelou não ficar “chateado, nem estressado” com avaliações e comentários feitos pela torcida. “São torcedores. Não espero que torcedor entenda. É claro que algumas avaliações magoam um pouco. Por exemplo, o CNB mostrou que numa md1, você bem preparado, pode tirar jogo de qualquer adversário”, opinou RafaP.

Fitz, por outro lado, mostrou não ter gostado muito das avaliações que a Uppercut recebeu antes do início da competição. Para o topo, “por parte da torcida, é normal, mas não é esperando isso por parte de analistas e da imprensa porque, na teoria, eles deveriam entender mais do jogo do que os espectadores”.

Incisivo, o jogador fala que não vê a Uppercut “sendo lanterna. Vejo a gente lutando pelo mata-mata”.