Os gritos da torcida brasileira no Ginásio do Ibirapuera foram de arrepiar, mas não foram o suficiente para a MIBR conseguir uma vitória contra a Astralis e continuar na briga por uma vaga na grande final da Blast Pro Series São Paulo.
Depois de perder as duas primeiras partidas do torneio para a ENCE e FaZe Clan nesta sexta-feira (22), a equipe brasileira precisava vencer os dinamarqueses para ainda ter chances de se qualificar para a final — o que infelizmente não aconteceu.
A tarefa não era fácil, mesmo o mapa definido para a disputa (Overpass) sendo considerado um dos mais fracos da Astralis. Animada pela torcida, a MIBR começou bem vencendo o pistol round e conseguindo manter a partida acirrada até o oitavo round, onde o placar ficou 4-4. Entretanto, depois disso os brasileiros pareceram perdidos e cometeram diversos erros, o que permitiu à Astralis abrir uma vantagem de 11-4 ao fim da primeira metade.
Mudando para o lado CT, a MIBR perdeu o pistol e deixou os adversários chegarem ao matchpoint em 15-4 até finalmente mostrar alguma reação e dar esperança ao público ao vencer 6 rounds e deixar o placar em 10-15. No entanto, a Astralis precisava de apenas mais um round para fechar o jogo, e foi isso que ela fez para encerrar o mapa em 16-10.
Com isso, os dinamarqueses tiraram a chance da MIBR de chegar à grande final e garantiram a vingança de quando a maior parte da escalação brasileira, na época como SK Gaming, venceu a Blast Pro Series em Copenhagem.
.@FalleNCS fala sobre a derrota para a @astralisgg e o fim das chances da @mibr chegar à grande final da #BLASTProSeries em São Paulo, mas promete grandes partidas contra @TeamLiquid e @NiPGaming! pic.twitter.com/4olsQGHUn5
— ESPN Esports Brasil (@ESPNEsportsBR) 23 de março de 2019
Apesar de não ter mais chances de jogar a decisão na frente do público brasileiro, a MIBR ainda enfrenta a Team Liquid e a Ninjas in Pyjamas neste sábado para ajudar a definir a tabela final. Além disso, também pode jogar o Stand-off da competição (um tipo de showmatch) se ficar em terceiro lugar, o que ainda pode acontecer.
