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Times russos são advertidos por desrespeito contra jogadoras de LoL da Vaevictis

Reprodução

A Riot Games anunciou nesta quinta-feira (21) que as equipes ROX e Vega Squadron, adversárias da Vaevictis Esports na liga russa de League of Legends (LCL), foram advertidas por violação do regulamento. A empresa investigou o caso da estreia do campeonato e determinou que os times cometeram discriminação e quebra do espírito competitivo.

“A Riot Games não aceita discriminação com base em sexo ou qualquer outra razão, e espera de todos os jogadores da LCL comportamento esportivo e respeito a seus oponentes. Os jogadores da ROX e do Vega Squadron violaram uma série de regras da liga, assim como pontos do Código do Invocador”, diz o comunicado.

“As organizações receberam uma advertência da administração da LCL, significando que os times receberão punições sérias em caso de violação repetida. Nós também alertamos preventivamente os outros clubes de que qualquer manifestação de discriminação é inaceitável e será tratado pela administração. Nós esperamos que as medidas permitam que os jogadores entendam a seriedade da situação e que mudem seus comportamentos para melhor”, afirma a Riot Games.

No último sábado (16), a Vaevictis estreou na LCL com o primeiro quinteto formado apenas por mulheres em uma liga oficial da Riot Games. A ROX, equipe adversária no confronto, retirou cinco campeões suportes na fase de bans. No segundo jogo do time feminino, o Vega Squadron prolongou o jogo além do comum, insistindo em buscar abates em cima das invocadoras.

Sobre a atitude da ROX, a administração da LCL afirmou que, apesar do ato de banir suportes não ser proibido pelas regras, tanto a empresa quanto a comunidade do jogo interpretaram o fato como uma manifestação de desrespeito às jogadoras da Vaevictis, por ferir a cláusula do regulamento que aponta a proibição de discriminação com base em gênero, etnia, condição social ou financeira, nacionalidade, orientação sexual ou qualquer outra razão.

Já o Vega Squadron foi advertido por violar a cláusula de integridade competitiva, que determina que os times sempre têm de jogar com honestidade e fair play. “Prolongar a partida é um comportamento antiesportivo”, diz o comunicado.