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CBLOL: Turtle, Beellzy e Mytka compõem a comissão técnica da Liberty para 2024

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'Nos enxergamos como desbravadores nesse meio de quebrar paradigmas nos esports', diz Samuel Walendowsky, CEO da Liberty (3:24)

Co-fundador da Liberty Esports foi o convidado do Chat Aberto #129 e falou sobre a organização e o projeto Ignition Lab (3:24)

Nesta quarta-feira (8), Gabriel “Turtle”, Lucas “Beellzy” e Ana Vitória “Mytka” foram anunciados como novos integrantes da comissão técnica da Liberty Esports para o Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLOL) 2024. A confirmação se deu aproximadamente meia hora após o anúncio da saída de Turtle do Fluxo.

O reforço chega para apoiar o time de League of Legends da Liberty no 1º Split do CBLOL 2024. A organização confirmou que Leonardo “Alocs”, Marcio “Eryon” e Brenno “Carlins”, que atuaram durante todo este ano, vão permanecer na equipe e farão parte de “um projeto de desenvolvimento de uma staff cada vez mais forte pensando no longo prazo”.

Turtle tomará a frente da equipe como Head Coach, enquanto Beellzy terá a posição de Positional Coach e Mytka de Data Analyst.

Em comunicado de imprensa, Samuel Walendowsky, CEO e Co-Founder da Liberty, afirmou:

“Estamos muito felizes que os três se interessaram pela nossa filosofia e pela perspectiva a longo prazo. Considerando o propósito da Liberty em desenvolvimento de atletas de alto rendimento, entendemos a necessidade de um investimento constante em métodos, processos e profissionais de qualidade para nossa comissão técnica. Por isso, investimos na formação dos que estiveram com a gente no ano de 2023 e ainda fomos buscar acrescentar profissionais extremamente qualificados para completar a nossa comissão. É um movimento e são nomes que nos deixam muito esperançosos para o futuro”

Em setembro Samuel Walendowsky conversou com a ESPN Esports Brasil no episódio #129 do Chat Aberto, nosso programa semanal de entrevistas, e detalhou os interesses da Liberty em investir em um plano de longo prazo para sua line-up de League of Legends. Uma das iniciativas foi o Ignition Lab, programa de treinamento inclusivo para desenvolver jogadores do cenário competitivo. Na ocasião, ele compartilhou:

“É tudo um processo. Nosso objetivo final, quando entramos em uma competição, é ser campeão, nós vamos jogar para ganhar, sem dúvida nenhuma. Mas tudo são processos: primeiro uma classificação para playoffs, depois uma classificação para os playoffs e uma semifinal, uma final e um título. É tudo uma construção com o tempo. Eu tenho total convicção que tudo que estamos fazendo é para melhoria do nosso resultado como organização do CBLOL, mas nada necessariamente a curto prazo. Se vir no curto prazo, a médio prazo, excelente.”