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Megan Rapinoe é eleita a melhor do mundo e fecha o ano vencendo troféu Bola de Ouro

Megan Rapinoe pode colocar mais um troféu na estante. Após ter sido bicampeã do mundo com a seleção norte americana, artilheira, chuteira de ouro e melhor da Copa do Mundo feminina e melhor do mundo da Fifa pela primeira vez na carreira, Rapinoe venceu o prêmio Bola de Ouro da revista France Football na tarde dessa segunda-feira.

A meia do Reing FC, da NWSL, estava entre uma das favoritas e fez um ano brilhante. Além de todos os prêmios dentro do campo, também foi uma voz importante como ativista, bateu de frente com o presidente Donald Trump e tem sido espelho para muitas pessoas, principalmente no que diz respeito a questão de gênero e igualdade.

Na semana passada, Rapinoe também adicionou uma grande conquista ao currículo. A Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS) divulgou a lista de melhores do mundo e a norte-americana levou como melhor jogadora.

Embora não pudesse estar presente na premiação da França por um compromisso nos Estados Unidos, ela mandou um recado: "Eu não consigo acreditar que eu levei esse troféu e que o futebol feminino está crescendo realmente. É maravilhoso ter essas jogadoras fantásticas. Quero agradecer meus treinadores, a Federação Americana por todo o apoio que fez com que eu seja o que eu sou e também a pessoa que sou fora do campo. Isso é muito importante para mim".

No discurso, exibido em vídeo, ela também agradeceu a parceira Sue Bird, jogadora da WNBA, a família e às colegas de time. E, por mais que não estivesse presente, já deixou um recado prevendo o próximo ano: "Eu realmente lamento muito não estar com vocês hoje a noite, eu realmente gostaria de estar com todo mundo. Mas farei meu melhor para estar com vocês no ano que vem".

O pódio ficou com Megan Rapinoe em primeiro, seguida de Lucy Bronze da Inglaterra e do Lyon e, em terceiro, Alex Morgan, dos Estados Unidos e companheira de Marta no Orlando Pride.

É o segundo ano que a premiação se estende para as mulheres. Em 2018, a detentora foi Ada Hegerberg, da Noruega. Este ano, a jogadora do Lyon optou por não jogar a Copa do Mundo como forma de protesto à federação do país.

Marta era a única representante do Brasil indicada entre as 20 candidatas.