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Há sete anos, Suárez dava uma de suas três mordidas em rivais; veja onde estão as vítimas dos dentes do uruguaio

A carreira de Luis Suárez é marcada por gols. Muitos deles. Mas há um outro lado igualmente difícil de esquecer: as mordidas.

Há exatos sete anos, no dia 21 de abril de 2013, o uruguaio chocou o mundo no empate por 2 a 2 entre Liverpool e Chelsea. Não pelo gol que garantiu a igualdade aos Reds no fim da partida, mas, sim, por ter mordido o sérvio Branislav Ivanovic.

Na ocasião, Suárez, possivelmente frustrado com a até então derrota de sua equipe, cravou os dentes no braço do adversário em uma disputa de bola dentro da área.

O árbitro não viu o "ataque" e o jogo seguiu normalmente, sem nenhuma punição a Suárez. Como o VAR ainda era uma tecnologia distante naquele ano, o lance só foi flagrado pelas câmeras de TV. E o uruguaio pôde seguir em campo para anotar o segundo gol do Liverpool já no limite dos acréscimos.

Posteriormente, Suárez se desculpou pela atitude, mas não escapou de punição de 10 jogos de suspensão pela Federação Inglesa de Futebol (FA).

Sete anos após o incidente, Suárez veste a camisa do Barcelona, enquanto a vítima Ivanovic defende o Zenit desde 2017.

Curiosamente, como muitos sabem, aquela não foi a primeira nem seria a última vez que Suárez mordeu um adversário dentro de campo.

Em 2010, quando ainda defendia o Ajax, Suárez mordeu o holandês Otman Bakkal em uma partida contra o PSV. O meia-atacante, o primeiro a ser atacado pelo uruguaio, defendeu diversos clubes da Holanda e teve uma rápida passagem pelo futebol russo até se aposentar em 2016, aos 31 anos. Seu último time havia sido o Feyenoord, dois anos antes.

A terceira e (pelo menos até agora) última vítima dos dentes de Suárez foi Giorgio Chiellini, zagueiro da Juventus, na partida entre Uruguai e Itália, na Copa do Mundo de 2014. Mais uma vez, o atacante se aproximou do adversário dentro da área e o atacou com os dentes.

Novamente, o uruguaio escapou de punição da arbitragem, mas não passou batido pelas câmeras. Ele acabou recebendo nove jogos de suspensão no Mundial - a maior da história das Copas -, além de ser banido por quatro meses de qualquer atividade ligada ao futebol.