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Caso de espionagem faz Canadá, atual campeã olímpica, expulsar duas auxiliares da Seleção feminina de futebol

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Olimpíadas de Paris: Tudo o que você precisa saber sobre a Cerimônia de Abertura (1:36)

Pela primeira vez na história, a cerimônia não será realizada em um estádio. Neste ano, o evento que abre os Jogos vai acontecer no Rio Sena, que corta a capital francesa. (1:36)

Um caso de espionagem às vésperas da estreia do futebol feminino nas Olimpíadas de Paris escandaliza a delegação do Canadá.

Uma analista não-creditada e uma assistente-técnica foram mandadas para casa após a seleção da Nova Zelândia reportar que um drone estava sobrevoando o treino em Saint-Étienne na última segunda, 22 de julho.

Joseph Lombardi era a responsável por controlar o dispositivo e foi detida pelas autoridades francesas. A analista se reportava diretamente à auxiliar-técnica Jasmine Mander, e o Comitê Olímpico do Canadá (COC) anunciou que ambas estão fora dos Jogos.

A entidade, inclusive, revelou ter descoberto um primeiro incidente envolvendo o drone já no dia 19 passado.

Além das duas profissionais que foram excluídas da delegação, a técnica das atuais campeãs olímpicas de futebol, Bev Priestman, pediu para ser removida da estreia do Canadá nesta quinta contra a Nova Zelândia.

"Eu quero me desculpar com as jogadoras e a comissão técnica da Nova Zelândia. Isso não representa os valores que nosso time acredita. No final, eu sou a responsável por conduzir nosso programa. Por isso, decidi voluntariamente sair como técnica do jogo desta quinta", explicou a treinadora em nota oficial.