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Palmeiras: Jornal uruguaio fala com chefe médico do país e coloca clube como origem dos casos de COVID-19 de Suárez e cia.

Os casos COVID-19 divulgados na segunda-feira na seleção uruguaia, que envolvem os nomes dos jogadores Luis Suárez e Rodrigo Muñoz e do assessor de imprensa Matías Faral, tiveram origem no Palmeiras. É isso o que apontou o jornal uruguaio Ovación após ter entrado em contato com o diretor do Centro Médico do Esporte, José Veloso.

Conforme publicado no veículo, o médico disse que os testes feitos no sábado e no domingo em Matías Viña, em especial o segundo, apontaram que o contágio se produziu no Brasil e não na Colômbia, onde a Celeste Olímpica bateu os donos da casa por 3 a 0 na última sexta-feira pelas eliminatórias sul-americanas da Copa do Mundo de 2022.

Vinã é atleta do Palmeiras, que tem um total de 15 jogadores com COVID-19.

Segundo o Ovación, Veloso aponta que a carga viral de Viña era maior no domingo do que no sábado, o que indicou que "havia atividade do vírus". Como o lateral-esquerdo tinha testado negativo na quarta e o período de incubação dura entre três e cinco dias, isso coloca o momento de contágio como anterior ao quando ele se juntou à seleção.

O Uruguai recebe o Brasil no Estádio Centenário, em Montevidéu, às 20h (de Brasília) desta terça-feira, pela quarta rodada das eliminatórias. A equipe cinco vezes campeã do mundo lidera a competição com nove pontos, três a mais do que o time celeste.