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Red Bull mira compra de três clubes paulistas e faz proposta de R$ 35 milhões para conseguir jogar Série B

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Pressionado pela matriz da marca a disputar ao menos a Série B, o Red Bull Brasil quer comprar um clube que tem vaga garantida na competição em 2019. Como única de todas as franquias mundiais que não atua no principal campeonato nacional de seu respectivo país, a equipe definiu três times como os mais interessantes para a compra. São eles: Bragantino, Oeste e Paulista.

As prioridades, segundo apurou a reportagem, seriam fechar com o clube que já foi de Itápolis e hoje atua em Barueri e o time de Jundiaí. O acordo seria feito para ter a vaga no Oeste na Série B e, ao mesmo tempo, negociar com o Paulista para jogar no Estádio Doutor Jayme Cintra.

Segundo informações de Jorge Nicola, comentarista dos canais ESPN, em seu blog no “Yahoo”, o negócio com o Oeste poderia ser fechado em R$ 35 milhões, dando ao Red Bull o direito de assumir toda a operação do clube.

A intenção é transformar o clube comprado em Red Bull, mas é possível que, em 2019, caso o negócio seja fechado, os novos donos tenham que disputar a segunda divisão do Brasileiro como Oeste, com a camisa e o uniforme da antiga equipe, já que a tabela da Série B já está confeccionada e não há mais tempo para mudanças.

À “Gazeta Esportiva”, o presidente do Oeste, Ernesto Francisco Garcia, afirmou que apesar da proposta formal realizada, o clube rejeitou o acordo. Apesar da negativa, o Red Bull segue confiante no acordo. As conversas entre as partes continuam.

Entre os detalhes indefinidos, estão a situação dos atletas que hoje servem o Oeste atualmente no Paulistão – o time é o terceiro colocado do grupo do São Paulo e ainda tem chances de classificação para o mata-mata.

E o Bragantino?

Pelo lado do Bragantino, o ícone da equipe e atual treinador, Marcelo Veiga, disse que o presidente da agremiação, Marquinho Chedid, negou que irá vender o tradicional time do interior de São Paulo.

“Domingo pela manhã conversei com o presidente, e ele me disse que não tinha nada, que jamais faria um negócio desses por compromissos com a família e a cidade. Pedi para que ele conversasse com o elenco sobre isso e marcamos o papo para terça-feira de manhã. Ele ficou de falar com todos a respeito disso”, contou Veiga, também à “Gazeta Esportiva”.

“Não sei se mudou algo da manhã para agora. Mas ele (presidente) garantiu que não venderia o clube. Vamos aguardar. Tomara que a notícia seja mentira, porque senão a gente acaba perdendo o emprego”, completou o treinador.