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Olimpíadas: Rosamaria, nova 'queridinha' do vôlei do Brasil, já sofreu com críticas e foi de 'rainha a nada'

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Bicampeã olímpica, Jaqueline vai à loucura com classificação do vôlei feminino à semifinal em Tóquio (0:25)

Nesta quarta-feira (4), na Ariake Arena, as meninas venceram o Comitê Olímpico Russo de virada por 3 sets a 1 (parciais de 23/25, 25/21, 25/19 e 25/22), nas quartas de final, e avançaram. (0:25)

Rosamaria foi o nome da vitória do Brasil sobre o time do Comitê Olímpico Russo nesta quarta-feira, que garantiu a seleção feminina na semifinal das Olimpíadas de Tóquio. A oposta saiu do banco de reservas, liderou a virada por 3 sets a 1 e também caiu nas graças do público.

Muitos dos que vibraram junto com as reações cheia de energia da jogadora, no entanto, talvez não saibam que ela já sofreu com as críticas e desabafou por ir de “rainha a nada”.

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Rosamaria hoje atua no voleibol italiano e teve dificuldades em sua saída do Brasil. Ele chegou a ficar fora da seleção brasileira e, inclusive, acabou “beneficiada” com o adiamento dos Jogos de 2020 para 2021, período que ajudou a consolidar seu ressurgimento na Europa.

Nas palavras dela, para 2021, ela está mais “experiente, paciente e segura”, fatores que considerava importantes para a Olimpíada. O jogo contra as russas não deixou dúvidas...

Só que os questionamentos estiveram, sim, na cabeça de Rosamaria há alguns anos. “você vai de rainha a nada em um segundo. Vida de atleta é isso. A gente tem de saber lidar com os momentos. Só nós sabemos os desafios que passamos, o que nos propomos a superar”.

“Poucos sabem o que se passa dentro da gente, porque fazemos certas escolhas. As críticas e os elogios vão vir e a gente não pode se deixar influenciar nem por um nem por outro. E tudo passa. A glória passa e quando você está mal também passa. Se você se esforçar, tudo passa. Trabalhando tudo pode acontecer”, disse ela, em 2020, ao site “Web Vôlei”.

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Bicampeã olímpica, Jaqueline vai à loucura com classificação do vôlei feminino à semifinal em Tóquio

Nesta quarta-feira (4), na Ariake Arena, as meninas venceram o Comitê Olímpico Russo de virada por 3 sets a 1 (parciais de 23/25, 25/21, 25/19 e 25/22), nas quartas de final, e avançaram.

Entre os fatores que ajudaram Rosamaria a dar a volta por cima na Itália esteve um ajuste em seu posicionamento, atuando como oposta, e não ponteira. “Eu fui para a Itália num cenário totalmente diferente. Voltei para a posição em que eu me sentia mais à vontade.”

“A minha escolha por sair do Brasil não foi baseada nisso. Foi realmente querer uma experiência na Itália, no campeonato, para mim, mais forte do mundo hoje. As críticas estão aí, normal. Uma temporada você faz bem, outra faz mal, mais ou menos.”

No Brasil, Rosamaria defendeu Campinas, Pinheiros, Minas e Praia Clube. Na Itália, foi para o Perugia, depois Casalmaggiore e atualmente defende o AGIL Volley Novara.