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Superliga feminina é cancelada, e ranking de jogadoras acaba extinto após polêmicas

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A Confederação Brasileira de Vôlei anunciou nesta quinta-feira o cancelamento da Superliga feminina 2019-20 em meio à pandemia do coronavírus. Não há campeão nesta temporada.

A decisão foi tomada por votação, que teve seis clubes e a Comissão de Atletas a favor da medida, enqunato que houve dois votos contrários. Flamengo e Pinheiros, que já estavam fora da disputa no campeonato, ficaram de fora desta eleição.

Além disso, houve outras duas votações a respeito da competição. Em uma delas, foi definida a extinção do ranking de de jogadoras (7 x 4), que classificava as atletas em diferentes níveis. Cada time tinha um limite, por exemplo, para contar com nomes com sete pontos (pontuação máxima) em seu elenco.

Outra decisão tomada foi o limite de contratação de até três estrangeiras, escolha que venceu por seis votos a cinco. A outra opção era ter somente duas atletas de fora do país.

“Mais uma vez colocamos nossa opinião, pelo fim do campeonato visando o bem de todos os envolvidos, e demos direto de voto aos clubes. A maioria demonstrou pensar como a CBV e está decretado o fim desta temporada. Em relação a decisão pelo ranking e pelas estrangeiras, houve um equilíbrio maior na votação, mas também está tudo definido. Sentimos muito por ver a Superliga Banco do Brasil terminar dessa forma, mas sabemos que é absolutamente necessário”, declarou o Superintendente de Competições Quadra da CBV, Renato D´Avila.

Veja os resultados e quais foram os votos de cada time:

Futuro da competição

Encerrar a temporada (7): Dentil/Praia Clube, Sesc-RJ, Osasco Audax São Cristóvão Saúde, São Paulo/Barueri, Fluminense, Curitiba e Comissão de Atletas.

Aguardar para nova definição (2): Itambé/Minas e Sesi Vôlei Bauru

Ranking de jogadoras

Fim do ranking (7): Dentil/Praia Clube, Itambé/Minas, Sesi Vôlei Bauru, Osasco Audax São Cristóvão Saúde, São Paulo/Barueri, Curitiba e Comissão de Atletas

Manutenção do ranking (4): Sesc-RJ, Fluminense, Pinheiros e Flamengo

Número de estrangeiras

Três (6): Dentil/Praia Clube, Itambé/Minas, Sesi Vôlei Bauru, Osasco Audax São Cristóvão Saúde, Curitiba e Pinheiros

Duas (5): Sesc-RJ, São Paulo/Barueri, Fluminense, Flamengo e Comissão de Atletas

Superliga masculina segue paralisada, mas não é encerrada

A CBV também informou nesta quinta-feira que, em uma reunião virtual com os participantes da Superliga masculina, foi definido que a competição não será cancelada, em uma votação que acabou em sete a dois.

Depois disso, ficou acertado que uma nova reunião será realizada em um mês para discutir outra vez o assunto, com uma votação que terminou em dez a três.

“A CBV entende que a melhor decisão neste momento seria encerrar a competição, mas, como sempre, foi colocado em votação e por 10 a três venceu a opção de nos reunirmos novamente daqui a um mês para debater o assunto mais uma vez. Enquanto isso, a Superliga Banco do Brasil masculina 19/20 segue paralisada”, afirmou Renato D´Avila.

Veja como ficou a votação:

Competição paralisada e realização de nova reunião (10): Sada Cruzeiro, Sesc-RJ, Sesi-SP, Vôlei Renata, Fiat/Minas, Apan Blumenau, Vôlei UM Itapetininga, Denk Academy Maringá Vôlei, América Vôlei e Ponta Grossa Vôlei

Encerramento da temporada (3): EMS Taubaté Funvic, Pacamebu/Ribeirão Preto e Comissão de Atletas