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Roland Garros 2022: Djokovic podendo igualar Guga, 'rei' Nadal, a sensação Alcaraz e todas contra Swiatek

Torneio começa neste domingo e terá cobertura completa de todas as partidas e Pelas Quadras diário pela ESPN no Star+


As quadras de Paris recebem os maiores tenistas da atualidade para o segundo Grand Slam do ano. Único Major realizado em quadras de saibro, Roland Garros começa neste domingo.

*Conteúdo patrocinado por Motorola, Mitsubishi, Sankhya, Vivo, Ademicon e Sportingbet

E com cobertura completa para o fã de esportes. Todas as partidas do torneio terão exibição AO VIVO pela ESPN no Star+. E diariamente, por volta das 18h30 (Brasília), irá ao ar um Pelas Quadras também pela ESPN no Star+.

A briga pelo recorde

Rafael Nadal está atualmente como recordista de Grand Slams na história com 21 títulos. Atrás dele, Roger Federer, que não participa do torneio ainda se recuperando de lesão, e Novak Djokovic, ambos com 20 títulos. Ou seja, Djoko pode igualar ou ver Nadal ampliar a sua soberania.

Briga de cachorro grande logo cedo

O sorteio da chave masculina colocou talvez os três principais favoritos ao título no mesmo lado. Se os favoritismos se confirmarem, Nadal e Djokovic se pegam logo nas quartas de final. E há a chance do vencedor deste duelo enfrentar a grande sensação do momento: Carlos Alcaraz.

Um novo Nadal?

Campeão dos Masters de Madrid, Miami e do ATP 500 de Barcelona, Carlos Alcaraz já é o número 6 do ranking da ATP aos 19 anos de idade. Ele entrou no Top 10 com 18, sendo o mais jovem da lista desde...Nadal.

É impossível não ver similaridades entre as ascensões de Alcaraz e Nadal, que com a mesma idade ganhou o primeiro título de Roland Garros na carreira. O raio vai cair duas vezes no mesmo lugar?

Djokovic podendo igualar Guga

Nadal é o rei soberano em Roland Garros, com 13 títulos, recorde na história. Djokovic é o segundo maior campeão em atividade entre os homens, com dois títulos. Se ele ganhar neste ano, consegue igualar a marca de Gustavo Kuerten, que ganhou três vezes em Roland Garros.

Swiatek contra o resto...

O tênis feminino tem um nome a ser batido: Iga Swiatek. Apesar de seis mulheres diferentes terem vencido os últimos 10 Grand Slams, a aposentadoria precoce e inesperada de Ashleigh Barty deixou o caminho livre para a polonesa brilhar.

E ela tem feito. Swiatek chega a Roland Garros numa sequência incrível de 28 vitórias e cinco títulos consecutivos.

Ela ganhou seu único Grand Slam justamente em Roland Garros, em 2020. Agora, com 21 anos, Swiatek pode começar um domínio na WTA.

E os brasileiros?

O momento do tênis brasileiro é feminino. Beatriz Haddad Maia é a atual número 49 do ranking da WTA - sua melhor posição na carreira - e chega com moral para Roland Garros. Um potencial duelo de segunda rodada contra Garbiñe Muguruza, cabeça de chave número 10, seria um grande desafio. Porém, na atual fase do tênis feminino a impressão é que Swiatek parece invencível, mas todas as outras atletas podem ser superadas, sim.

Bia Haddad Maia também joga em duplas, onde foi vice-campeã do Australian Open.

No masculino, pela primeira vez desde 1974 não há um representante brasileiro no torneio na chave de simples. Apenas nas duplas com Marcelo Melo, Bruno Soares e Felipe Meligeni irão representar o país.

Eles e elas correm por fora

Na chave masculina, os tenistas que tentam superar o favoritismo de Djokovic, Nadal e Alcaraz são Alexander Zverev, Stefanos Tsitsipas e Casper Ruud. E Daniil Medvedev? Ele só passou da primeira rodada uma vez na carreira em Roland Garros, em 2021. O russo não gosta do saibro e, mesmo sendo número 2 do mundo, seria zebra se ganhasse.

Entre as mulheres, Barbora Krejcikova, Ons Jabeur, Paula Badosa e Maria Sakkari são as principais candidatas a acabar com a sequência de Swiatek.