<
>

Circuito Brasileiro de Surf terá início nesta quarta-feira, em Fortaleza

Nesta quinta-feira, o Circuito Brasileiro de Surf Profissional, que foi batizado de Novo Surf, terá suas primeiras baterias disputadas na praia do Futuro, em Fortaleza. A primeira etapa tem início no dia 23 e será finalizada no dia 26 de maio. O torneio será dividido entre as categorias masculino e feminino.

O Novo Surf deste ano será composto por quatro etapas em diferentes estados, passando por Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. Cada um dos eventos terá um montante de R$ 100 mil em premiação a ser dividido pelos vencedores. No ano passado. Jadson André e Larissa Santos sagraram-se campeões em suas respectivas categorias.

Além de buscar celebrar o estilo de vida dos surfistas, a reformulação do tour tem objetivos sociais em suas diretrizes. Um deles é fortalecer a imagem do surf profissional brasileiro como formador de ídolos, inspirar jovens de todas as classes sociais e consolidar o esporte como uma importante ferramenta de inclusão social.

Uma das principais ações já concretizadas pela Confederação Brasileira de Surf é a equiparação de valores de premiação para as categorias Masculino e Feminino. Além disso, foi realizada uma reformulação no sistema de comunicação e no canal para tirar dúvidas dos atletas, além de eliminar todos os tipos de estruturas físicas feitas de plástico nas competições organizadas pela entidade.

Com atividades paralelas às disputas dentro da água, a organização do circuito, em parceria com o Instituto Povo do Mar, que atua diretamente com as crianças carentes da região sede do campeonato, incluiu na programação ações sócio-ambientais, um campeonato de surf para as crianças locais e um mutirão de saúde.

“O objetivo final do projeto é superar a crise de representação e de gestão da confederação, reconquistar o respeito da comunidade do surf e recuperar sua licença social para operar (LSO), além de transformar a entidade em uma referência de compliance e boas práticas de governança corporativa para o Brasil e para o mundo e de estreitar os vínculos com as principais organizações de representação do segmento, como a WSL (World Surf League) e a ISA (International Surf Association), produtoras dos eventos classificatórios do ciclo olímpico”, afirma Romeu Andreatta, presidente da ABIEP, Associação Brasileira da Indústria e dos Esportes com Prancha.