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Copa do Mundo de rugby: As pesadas camisas que definiram as semifinais

Os Springboks tiveram muitas dificuldades para vencer por 19 a 16 a equipe galesa, que, mesmo com muitas contusões, se mostrou forte. A atuação de Handre Pollard, abertura sul-africano, acabou sendo determinante. Com isso, teremos uma reedição da Copa do Mundo de rugby de 2007.

O jogo foi de meio de campo, muito físico e excesso de chutes cautelosos pelas duas equipes, evitando contra-ataques e fazendo do jogo aéreo uma opção ofensiva. Castigado pela chuva, o gramado escorregadio dificultou um jogo mais de passes, sendo que as defesas foram o ponto forte do confronto.

Nos laterais e scrums, houve muito equilíbrio também, especialmente na terceira linha, onde o jogo ficou amarrado devido à preocupação defensiva e trocas de posses de bola constantes. Mesmo assim, o contra-ataque não encaixou para nenhum lado.

O elenco recheado de talentos permitiu a África do Sul ter uma produtividade melhor na segunda etapa, fechando o jogo por apenas três pontos de vantagem.

País de Gales foi valente, mesmo com algumas dificuldades no elenco devido a inúmeras contusões, esteve perto da vitória e brigou até o último lance, mas ainda não foi desta vez.

O destaque ficou para a atuação do árbitro francês Jerome Garcez. Seguro, discreto, contando pouco com o TMO (árbitro de vídeo), usando muito bem seus auxiliares, ele transmitiu tranquilidade. Pelo desempenho, pode até ser escalado para a final. A África do Sul terá no sábado que vem um adversário muito mais complexo, ajustado, criativo e veloz: a Inglaterra. Os sul-africanos têm uma semana para ajustar as coisas, tentar seu terceiro título mundial e igualar em conquistas com os All Blacks.

Por hoje parabéns para os Boks.