<
>

Olimpíadas: dupla de Hong Kong embolsou R$ 6,68 milhões e foi quem mais ganhou dinheiro com medalhas em Tóquio; veja

play
Olimpíadas: Brasil na semifinal do vôlei feminino, Isaquias estreia na C-1 e mais; a programação do dia em Tóquio (2:12)

Seleção brasileira de vôlei feminino enfrenta a Coreia do Sul em busca de uma vaga na decisão e Isaquias Queiroz entra como favorito na prova C-1 1000 m (2:12)

A conquista de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio vem enchendo os bolsos de muitos atletas que estão na disputa. E para a surpresa de muitos, quem mais ganhou dinheiro com as idas ao pódio não foi nenhum competidor de China, Estados Unidos ou Japão, países com mais medalhas até o momento no quadro. E sim, um país com um pouco mais de 7 milhões de habitantes.

Apenas em 39º no quadro geral de medalhas, com um ouro, duas pratas e dois bronzes, Hong Kong foi quem mais "enriqueceu" o seus atletas no Japão. E uma nadadora e um esgrimista já embolsaram juntos R$ 6,68 milhões, mais do que qualquer outro competidor na atual edição dos jogos.

Clique aqui para ver o Quadro de Medalhas das Olimpíadas atualizado e siga os Jogos de Tóquio em TEMPO REAL!

O site "Money Under 30" fez um levantamento dos comitês olímpicos que mais pagam a seus medalhistas, e Hong Kong é o segundo país que melhor paga os seus medalhistas: R$ 3,34 milhões pelo ouro, R$ 1,67 milhão pela prata e R$ 836,78 mil pelo bronze.

O país fica atrás apenas de Singapura, que paga melhor, mas ainda não conquistou nenhuma medalha em Tóquio: R$ 3,86 milhões pelo ouro, R$ 193 milhão pela prata e R$ 1,48 milhão pelo bronze.

Com uma medalha de ouro na esgrima, Cheung Ka Long faturou a premiação máxima dada por Hong Kong e embolsou R$ 3,34 milhões. O valor é o mesmo que a nadadora Siobhan Haughey levou com duas pratas, já que a mesma equivale a metade da medalha dourada.

Atrás da dupla, vêm 12 atletas da Itália, todos com uma medalha de ouro. Entre eles, está o corredor Lamont Marcell Jacobs, que foi campeão da prova dos 100m rasos, e por isso faturou R$ 1,10 milhão com o ouro.

Hidilyn Diaz, das Filipinas, vem logo atrás do pelotão italiano e faturou R$ 1,03 milhão com a medalha de ouro conquistada no levantamento de peso.

Estes atletas ganharam mais até mesmo do que a nadadora australiana Emma McKeon, atleta com mais medalhas conquistadas até aqui em toda a Olimpíada. Apesar dos quatro ouros e dos três bronzes, ela só embolsou R$ 416 mil, já que a Austrália é o país que paga pior os seus atletas medalhistas.

Da mesma forma que o também nadador Caeleb Dressel, dos Estados Unidos, que conquistou cinco medalhas de ouro na natação. O americano levou para casa "apenas" R$ 970 mil.

Já o Brasil, atual 16º colocado no quadro de medalhas (quatro ouros, quatro pratas e oito bronzes), nos esportes individuais, o ouro dá uma premiação de R$ 250 mil. A prata fica em R$ 150 mil e o bronze, R$ 100 mil.

Times com até seis atletas têm os seguintes valores para serem divididos: R$ 500 mil (ouro), R$ 300 mil (prata) e R$ 200 mil (bronze). Já os atletas das modalidades coletivas recebem R$ 750 mil (ouro), R$ 450 mil (prata) e R$ 300 mil (bronze).

Até o momento, quem mais ganhou dinheiro com medalhas foi a atleta da ginástica artística Rebeca Andrade, que ganhou um ouro e uma prata, ao todo ela embolsou R$ 400 mil.

Ela ganhou mais dinheiro com as duas medalhas do que a também ginasta Simone Biles, dos Estados Unidos, que com uma prata e um bronze levou R$ 193 mil.

Terceiro colocado no quadro geral de medalhas, com 46 ao todo, o anfitrião Japão tem como atleta mais bem pago o ginasta Daiki Hashimoto, que ganhou 2 ouros e 1 prata e faturou R$ 559 mil.