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Vida e julgamento: ESPN lança documentário sobre o corredor sul-africano Oscar Pistorius

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A Vida e os Julgamentos de Oscar Pistorius (2:05)

Assista ao 30 for30, quando e onde quiser, no ESPN App (2:05)

A ESPN Brasil lançou nesta quarta-feira (25/11) "A Vida e os Julgamentos de Oscar Pistorius" (The Life and Trials of Oscar Pistorius). O documentário biográfico retrata a vida, a carreira e o julgamento do corredor sul-africano, condenado por assassinar a namorada Reeva Steenkamp em fevereiro de 2013.

Todos as quatro partes já estão disponíveis no ESPN App.

Após a primeira exibição na TV, cada um dos capítulos da produção ficará disponível no ESPN App para os assinantes. Você poderá ver quando e onde quiser.

Pistorius brilhou nos Jogos Paralímpicos de 2004 e 2008 e se tornou o primeiro amputado a competir em uma Olimpíada, em 2012. Em 2013, ele atirou e matou a namorada, Reeva Steenkamp. O caso atraiu atenção global, e o atleta sul-africano, entre idas e vindas nos tribunais, foi condenado a 15 anos de prisão.


30 for 30: The Life And Trials of Oscar Pistorius
Dirigido por Daniel Gordon (Hillsborough, George Best: All by Himself)


A HISTÓRIA DE PISTORIUS

Nascido em 22 de novembro de 1986, em Johannesburgo, na África do Sul, Oscar Pistorius teve as pernas amputadas abaixo dos joelhos aos 11 meses de idade.

Ele nasceu com hemimelia fibular, uma malformação óssea caracterizada pela ausência parcial ou total da fíbula, um dos ossos da perna.

Apelidado de "Blade Runner", o corredor sul-africano estourou no cenário esportivo mundial após dominar os Jogos Paralímpicos de 2004 e 2008. Em 2012, se tornou o primeiro amputado a participar de uma Olimpíada.

Em 2013, ele atirou e matou sua namorada, Reeva Steenkamp. Foi condenado a prisão em 2014 por homicídio culposo.

Seu julgamento se tornou alvo de atenção em todo o mundo e se transformou em uma das mais chocantes histórias do esporte.

Em outubro de 2015, ele foi autorizado a cumprir o restante de seus cinco anos de pena em prisão domiciliar. Mas, em dezembro do mesmo ano, a Suprema Corte da África do Sul mudou o veredicto para homicídio doloso. A pena foi estendida em um ano, e o corredor voltou à prisão.

Em 2017, o tribunal adiciona mais nove anos à sentença, totalizando 15 anos de prisão.