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Do gigante ao menor pé: veja números e curiosidades da delegação do Brasil no Pan

O Brasil está oficialmente nos Jogos Pan-Americanos. A quarta-feira marcou não só a estreia do país nas competições como também foi dia da cerimônia de boas-vindas da deleção na Vila dos atletas.

Mas, afinal, como é formada a delegação que representará o Brasil?

O ESPN.com.br, com a ajuda do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), separou números e curiosidades dos 486 atletas brasileiros que estarão nos Jogos de Lima.

A delegação

Dos 486 atletas, 250 são homens e 236 são mulheres. É a deleção mais ‘equilibrada’ da história em termos de gênero.

Apesar de grande, o Time Brasil é ‘apenas’ o quarto maior do Pan, superado por EUA, Peru e Argentina. Muito ‘culpa’ de esportes coletivos como o futebol, que não disputa com nenhum dos dois times e diminuiu bastante a delegação.

As gerações

O Brasil terá um ‘abismo’ de 53 anos de diferença entre o atleta mais velho (Claudio Biekarck, da vela) e a atleta mais nova (Victória Vizeu, da esgrima).

Claudio Biekarck, aliás, vai quebrar um recorde e se tornar o atleta com mais participações em Pan. Ele está em ação desde 1975 e vai para a sua 10ª aparição. Ele ganhou medalhas em todas; um ouro, quatro pratas e quatro bronzes.

Juliana Veloso também fará história em sua sexta edição. Ela vai se tornar a mulher brasileira com mais participações.

Altos, baixos, leves e pesados

Chama a atenção também a diferença de 67cm entre o atleta mais alto e a atleta mais baixa e principalmente a de 115kg entre o mais pesado e a mais leve.

Darlan Romani, esperança de ouro no lançamento de peso, tem 155kg contra ‘apenas’ 40kg de Nicole Duarte, da ginástica rítmica.

Já Felipe Roque, do vôlei, é o grandalhão da turma com 2,12m de altura, contra só 1,45m da ginasta Flávia Saraiva.

O pé grande

Felipe Roque também chama atenção por ter o maior pé de toda a delegação. Ele calça o incrível número 50.

Alice Hellen, da ginástica de trampolim, e Andressa Mendes, dos saltos ornamentais, estão no outro extremo e calçam só 34.

Estrangeiros – ou quase isso

O Brasil tem um total de oito estrangeiros naturalizados e mais quatro atletas que nasceram fora do país, mas já com cidadania brasileira.

São naturalizados Filipe Otheguy (francês da pelota basca), Pau Vela (espanhol do remo), Joshua Reeves (neozelandês do rugby), Nathalie Moellhausen (italiana da esgrima), Slobodan Soro (sérvio do polo aquático), Serafim Veli (albanês do levantamento de peso) e Xavie Vela (espanhol do remo).

Ainda nasceram fora do país Luisa Borges (nado artístico) e Rosângela Santos (atletismo), ambas nos Estados Unidos, Julia Bergmann (vôlei), na Alemanha, e Eduardo Yudy (judô), no Japão.

Time de campeões

O Time Brasil ainda vem forte em número de campeões. Serão 11 medalhistas olímpicos (4 de ouro) e 55 medalhistas mundiais.

No total, são 15 medalhas olímpicas e nada menos que 116 de Campeonatos Mundiais.