Não foi a de ouro, mas o Brasil leva para casa duas medalhas no surfe nas Olimpíadas. No feminino, Tatiana Weston-Webb ficou com a prata, enquanto Gabriel Medina faturou o bronze. E o legado para o esporte foi exaltado pela dupla.
Em entrevista à Globo, os brasileiros, vestindo as medalhas conquistadas, valorizaram o trabalho da nova geração de surfistas brasileiros e o direito a sonhar por grandes conquistar no futuro.
"Fazer essa nova geração sonhar, se dedicar, as meninas têm feito um ótimo trabalho. A Lulu (Luana Silva), a Tati (Weston-Webb), a Tainá (Hinckel). Representaram muito bem o Brasil. A parte masculina também, os moleques mandaram super bem. Então, acho que a gente está fazendo nosso papel, deixando nosso legado no surfe, que cresça mais o esporte no nosso país", disse Medina.
Um ajudando ao outro, tem sido muito legal a gente compartilhando a mesma casa, um puxando o outro, treinando junto. É sobre isso, foi muito legal esses dias aqui", completou o brasileiro.
Tatiana Weston-Webb faturou uma medalha de prata após enfrentar grandes nomes do surfe mundial. Nas oitavas, tirou Caitlin Simmers, líder do ranking da WSL. Em seguida, despachou a a espanhola Nadia Erostarbe. Na semi, derrotou Brisa Hennessy, da Costa Rica, terceira do ranking mundial. Na decisão, ficou com o vice para a norte-americana Caroline Marks.
Já Gabriel Medina despachou o antigo algoz Kanoa Igarashi nas oitavas. Nas quartas, eliminou o compatriota João Chianca. Na semifinal, porém, o mar ruim o fez sucumbir para o australiano Jack Robinson. Na decisão pelo bronze, o tricampeão mundial não deu chances para o peruano Alonso Correa.
