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Por que boxe distribui duas medalhas de bronze nas Olimpíadas

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No boxe, Bia Ferreira garante medalha olímpica e vai fazer 'revanche' com irlandesa na semifinal das Olimpíadas; VEJA (1:30)

Brasileira venceu holandesa Chelsey Heijnen nas quartas de finais nesta quarta-feira (31) (1:30)

O boxe possui uma peculiaridade nas Olimpíadas ao distribuir duas medalhas de bronze. Para os atletas que alcançarem as semifinais e forem eliminados, eles garantem a premiação de 3º lugar, pois não ocorre um playoff entre os dois derrotados.

Com isso, Bia Ferreira, que está na semifinal da categoria até 60kg nos Jogos Olímpicos de Paris, é garantia de mais uma medalha para o Brasil.

Na modalidade, assim como no judô, dois competidores garantem esta premiação. A entrega da medalha de bronze para os dois derrotados das semifinais aconteceu nas Olimpíadas de Helsinque, na Finlândia, em 1952.

A medida introduzida pela Federação Internacional de Boxe (FIB) argumentava que havia pouco tempo hábil de recuperação física dos semifinalistas derrotados para a disputa de um terceiro lugar.

Nas competições de boxe nos Jogos Olímpicos que ocorreram até a edição de Londres, em 1948, os pugilistas faziam uma luta adicional para definir quem ficava com o bronze.