<
>

Phelps sobrevivendo e Cielo com dois: veja quais recordes mundiais persistem desde a 'Era dos super trajes'

play
Olímpiada de Tóquio: Conheça a história dos mangás, influência cultural do Japão presente nos Jogos e nos mascotes (2:22)

O ilustrador e quadrinista Rodrigo Ciola Solsona contou detalhes da 'arte' japonesa (2:22)

O Mundial de Esportes Aquáticos de 2019 acabou neste domingo, em Gwangju, na Coreia do Sul, com a China na frente do quadro de medalhas. Durante a competição, os nadadores protagonizaram disputas acirradas e, para a alegria dos fãs, algumas quebras de recordes.

Mas algumas marcas históricas de personagens não menos históricos, como Michael Phelps e Cesar Cielo, ainda permanecem intocáveis. Mesmo após dez anos do Mundial de Roma, o último com o uso dos trajes tecnológicos, os "super trajes", alguns tempos individuais registrados no já longínquo 2009 (ou antes) ainda seguem intactas.

Na atual edição, Caeleb Dressel, Adam Peaty, Anton Chupkov, Kristóf Milák e Regan Smith foram responsáveis por estabelecerem alguns desses novos melhores tempos da história da natação em piscina longa.

As façanhas de Dressel e Milák nos 100m e 200m borboleta, respectivamente, se destacam ainda mais. Os dois bateram marcas registradas pela lenda Michael Phelps no Mundial de 2009, quando os maiôs tecnológicos ainda eram permitidos.

Com esses dois recordes a menos, apenas nove provas, entre as 34 individuais que são disputadas, permanecem com seus melhores tempos estabelecidos até o fim de 2009, ainda na época dos super trajes.

Entre eles, se destaca o fato da maioria pertencer às provas de nado livre, como os anotados por César Cielo em 2009, nos 50m e 100m. O alemão Paul Biedermann, nos 200m e 400m, o chinês Zhang Lin, nos 800m, e a italiana Federica Pellegrini, nos 200m, são os donos dos outros recordes neste estilo.

O recorde de Michael Phelps nos 400m medley foi obtido ainda nas Olimpíadas de 2008, em Pequim, e é a última marca individual viva da lenda americana. Aaron Peirsol, também dos EUA, e a chinesa Liu Zige, nos 200m costas e 200m borboleta, respectivamente, são as outras exceções da lista.

Com menos de um ano para Tóquio-2020, fica a expectativa para ver se estes recordes seguirão vivos após as disputas dos Jogos Olímpicos, que começarão a partir de 25 de julho do próximo ano.