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Valorant | Aguero acusa a Riot Games de censurá-lo sobre o caso 'Keznit'

Sergio Agüero se pronuncia sobre o caso envolvendo a punição de keznit e acusa a Riot Games de censurá-lo


Com a punição aplicada na KRÜ em cima das declarações ofensivas de keznit, Sergio Agüero, fundador da organização e ex-jogador de futebol acusou a Riot Games de censurá-lo sobre o caso. Agüero afirmou que a desenvolvedora enviou mensagens pedindo para o dirigente não fazer comentários sobre a empresa.

Na última semana, a Riot puniu Keznit, por conta de um treino não oficial junto da Gamelamders, sobre ter feito comentários sobre o jogador Dgzin, o chamando de “CJ do VALORANT”. O fundador da KRÜ fez uma série de críticas sobre a punição do jogador de VALORANT.

“Por que eu não posso dizer nada? Não me deixem bravo porque eu posso dizer o que quiser. E o que escuto, o que vejo, o que vou dizer. Primeiro, se a Twitch quer me banir, pode me banir. Segundo, principalmente: Riot, se quiser me dizer alguma coisa, diga, porque aqui as coisas têm que ser ditas na cara, as coisas devem ser ditas como são, entende”, revelou Agüero.

O dirigente também afirmou que a Riot Games tentou censurá-lo, para que não houvesse nenhum comentário negativo sobre a empresa.

“E não quero que digam mais nada, que têm que me mandar mensagem para me dizer que eu tenho que calar a boca. Não me digam nada. Se querem me banir, me banam”, comentou. “Mas não me digam o que eu tenho que dizer, o que eu tenho que fazer. Ok? Não me dão nada. Não tenho um papel que me diz o que eu tenho que falar. Eu vou dizer o que eu penso, o que eu sinto, ponto e acabou. Okay? Perfeito”, continuou Agüero“, completou.

ENTENDA O CASO

A Riot Games se pronunciou na última sexta-feira (11), sobre o episódio envolvendo Keznit, da KRÜ Esports. Keznit foi acusado durante um treino não oficial junto da Gamelamders, sobre ter feito comentários sobre o jogador Dgzin, o chamando de “CJ do VALORANT”.

Segundo a Riot, o jogador foi suspenso de uma série Melhor de Três (MD3), do VCT Challengers LATAM. Além da suspensão, a organizadora também colocou um período probatório de 6 meses e um acompanhamento com um profissional capacitado com supervisão da Riot Games.

A KRÜ Esports se pronunciou sobre o caso e afirmou que a decisão da organizadora foi injusta e parcial. Os argentinos revelaram que foram solícitos com a Riot, e cederam os materiais para a investigação do caso, mas acabou sem nenhuma definição sobre a reversão da punição.