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Free Fire: Remo retorna aos esports com time na série B da LBFF

Free Fire será a primeira modalidade disputada pelo Remo nesse retorno aos esports Divulgação/Remo

A disputa da Série B da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) de 2020 será o primeiro desafio do Remo, que está de volta ao cenário de esportes eletrônicos. O Leão iniciará a missão de conquistar o acesso à elite da categoria a partir de 24 de abril.

Serão 36 equipes no páreo, sendo que as 12 melhores classificadas seguirão para os playoffs. Nessa etapa final, os seis primeiros colocados irão carimbar vaga na Série A da LBFF, enquanto os outros seis permanecerão na Segunda Divisão.

“Vamos brigar por esse acesso para brigar entre os grandes na Série A”, projetou Mauro D’Antona, diretor o Remo E-Sports, em entrevista ao site oficial do clube. “Vamos ter alguns reforços para essa disputa na equipe. Estamos bem confiantes de fazer um bom campeonato.”

A equipe de Free Fire do Remo, contudo, já entrou em ação recentemente, isso porque o time enfrentou o rival Paysandu em uma série beneficente com o objetivo de arrecadar doações para os moradores em situação de rua que estão abrigados no estádio do Mangueirão. No clássico disputado no último sábado (4), o Leão venceu por 3 a 0.

POLÊMICA NO PASSADO

O Remo retorna aos esports anos depois da empreitada que se encerrou em 2017, quando houve o fim da parceria firmada junto à Brave. A relação se deteriorou tendo como principal motivador a falta de apoio por parte do clube de futebol nos planos de marketing da organização, como apurou o ESPN Esports Brasil na época.

Mesmo com bastidores conturbados, a parceria entre Remo e Brave rendeu bons resultados entre 2016 e 2017. O time teve passagem pelo CBLoL durante o período no cenário de League of Legends, mas os resultados vieram mesmo no cenário de CrossFire, modalidade na qual a Brave foi campeã brasileira e chegou a disputar dois mundiais. A parceria ainda havia rendido investimento em uma line-up pelo Counter-Strike: Global Offensive.

Para o retorno aos esportes eletrônicos em 2020, o Remo promoverá operação própria dentro do clube para lidar com a categoria. Ao contrário daquela época com a Brave, não haverá terceirizados envolvidos na gestão. A ideia da diretoria é crescer ainda mais a marca do clube agora pelos esports, além de servir como mais uma fonte de recursos ao Remo.