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LoL faz 10 anos: Saiba como o jogo influenciou a redação do ESPN Esports

League of Legends completa 10 anos de existência Riot Games

League of Legends está chegando aos seus 10 anos de existência. O jogo que influenciou milhares de pessoas ao redor do mundo, também faz parte da história dos integrantes da redação do ESPN Esports Brasil.

Para comemorar essa data, Gabriel Melo, Daniela Rigon, Evelyn Mackus e Rodrigo Guerra contam como o LoLzinho influenciou em suas vidas e carreiras. Confira nossas histórias e conte nas redes sociais do ESPN Esports Brasil como esse jogo também faz parte da sua vida.

Gabriel e os bastidores do LoL no Brasil

Acompanho e jogo League of Legends desde a primeira temporada e este jogo ficará marcado na minha vida pela oportunidade que me deu de trabalhar num grande evento de esporte eletrônico na minha cidade natal. Em 2014, a Final Regional brasileira foi disputada no Rio de Janeiro, dentro do icônico Maracanãzinho, e lá fui um dos juízes do confronto protagonizado entre CNB e-Sports Club e KaBuM. Fiquei na cabine ocupada pela equipe de Limeira e presenciei in loco Lep, Danagorn, Tinowns, Minerva e Dans sendo campeões.

Foi também graças ao League of Legends e as minhas reportagens sobre o jogo, em especial que relataram a entrada no Flamengo na modalidade, que cheguei a ESPN Brasil, emissora que sempre tive o sonho de trabalhar.

- Gabriel Melo

O Mid-Season Invitational que mudou a vida da Evelyn

O League of Legends tem sido fundamental na minha vida desde que eu comecei a jogar, em 2014 Me encantei pelo jogo em semanas e, em pouco tempo, meus amigos já me apresentavam como “a minha amiga que joga LoL”. O jogo me trouxe muitos momentos bons, novas amizades e caminhos que eu jamais imaginaria que teria através de uma de suas vertentes: o cenário competitivo.

Meu momento mais especial com o LoL foi no Mid-Season Invitational no Brasil, em 2017. Sou fã da TSM desde 2014, e tive a oportunidade de vê-los ao vivo durante a série contra a Gigabyte Marines, na Fase de Entrada, em São Paulo. Poder gritar pelo meu time pessoalmente foi uma das coisas mais especiais que eu já vivi!

Ver meus ídolos de perto e conhecê-los — inclusive, tendo a oportunidade de tietar, tirar fotos e pedir autógrafos — naquele dia me fez entender que eu não queria ter o LoL apenas como hobby, e sim como minha profissão.

O acontecimento foi o estopim para que eu começasse a produzir reportagens sobre o CBLoL, e, menos de um ano depois, fui contratada como repórter na área que eu amo. O que eu não esperava era que, um ano depois, eu reencontraria Bjergsen e Hauntzer como profissional, tendo a oportunidade de entrevistar os dois na BGS de 2018!

LoL e os esports mudaram minha vida em sentidos inimagináveis e sou muito grata por poder comemorar os 10 anos de sua existência!

- Evelyn Mackus

A porta para o esporte eletrônico para a Daniela

O League of Legends chegou na minha vida de uma forma pouco convencional: recebi uma conta da Riot Games para fazer uma review do jogo em agosto de 2012, quando ele estava pra ser lançado no Brasil com dublagem, servidor dedicado e tudo.

Desde então, tive altos e baixos com o jogo. Não sou muito competitiva, então nunca joguei uma ranqueada (!), mas passei muito nervoso brigando por picks em normal game e incontáveis madrugadas rindo com meus amigos em partidas de ARAM (ou passando nervoso, também).

Por jogar LoL desde sua chegada no Brasil, acabei acompanhando a criação e o crescimento do competitivo brasileiro desde quando ele nem chamava CBLoL, e isso fez com que eu me apaixonasse pelo esporte eletrônico. Não fosse o LoL, eu não estaria na ESPN Brasil falando sobre “campeonatos de joguinhos”. Não fosse o LoL, eu não teria muitas das amizades ou oportunidades que tive até hoje (inclusive finalmente acompanhar o Mundial de pertinho este ano!). Não fosse o LoL, minha vida seria bem menos colorida.

Que venham mais 10 anos!

- Daniela Rigon

A cambalhota que mudou a vida do Guerra

Em 2015, eu já estava acompanhando o cenário competitivo de League of Legends, jogava diariamente e estava preso no meu pratinha – nunca fui um jogador assíduo das partidas ranqueadas. Mas o dia 31 de outubro ficou marcado em minha vida por duas coisas: era minha primeira vez acompanhando uma Grande Final do Mundial e, ao mesmo tempo, o dia em que me tornei fã de Faker.

A final entre SKT e Koo Tigers foi um grande jogo no qual vimos grandes jogadas com Wolf e Bang na rota inferior encarando PraY e Gorilla, Bengi e Hojin fazendo um lindo duelo na selva e Faker destruindo de Kassadin, Ryze e Lulu. No final, vitória da SKT por um sonoro 3 a 1. Mas nada vai ganhar do rolamento de Faker na apresentação das equipes – e seu favoritismo para brócolis. Hoje me pergunto: será que esse ainda é prato favorito do jogador?

- Rodrigo Guerra