Considerado como uma das principais forças da Fase de Entrada, o Splyce confirmou o favoritismo frente aos adversários e avançou para o mata-mata da primeira parte do Campeonato Mundial de League of Legends. Mas nesta sexta-feira (4) a equipe europeia sofreu um grande susto, ao se ver derrotada no duelo contra os japoneses do DetonatioN FocusMe.
Lúcido, o atirador dinamarquês Kobbe afirmou que o draft realizado pelo Splyce no duelo contra DetonatioN “não foi dos melhores” e que toda a equipe ficou surpresa “com as escolhas que eles fizeram por Galio e Nocturne”. Em rápida análise, o jogador apontou que “o jogo ficou complicado, não jogamos bem. Nossa comunicação não foi tão boa, acho que ficamos nervosos”.
O Splyce fechou a Rodada 1 da Fase de Entrada liderando o Grupo B com três vitórias e uma derrota. Apesar do sucesso obtido, Kobbe revelou que não ficou feliz com o desempenho mostrado pela equipe nesta sexta: “Eu esperava vencer os dois jogos, mas perdemos um deles. Em uma visão geral, acho que nossa atuação hoje foi bem ruim. Esperamos mais de nós mesmos. Como time, fomos mal”.
Kobbe e os companheiros precisam esperar agora pelas definições dos grupos C e D para saberem contra quem vão duelo na série melhor de cinco (md5) que vale vaga para a Rodada 2 da Fase de Entrada. Sincero, o atirador disse que a equipe não assistiu muitos jogos das outras chaves. “Honestamente, não me importo contra quem vamos jogar, desde que não seja a Damwon. Mas como eles devem ficar em primeiro, qualquer um que enfrentarmos está ok para nós”.
O atirador do Splyce se mostrou ainda diferente daqueles que começam a pedir o fim da Fase de Entrada. Para o dinamarquês, essa parte do Mundial é boa “para ver como você vai jogar na FAse de Grupos, ver quais são as melhores escolhas enquanto time e ficar pronto. Kobbe revelou ainda achar “interessante jogar contra times de outras regiões e conhecê-los melhor. São muitas formas diferentes de jogar, é divertido, algo que não estamos acostumados.
PETER, O TÉCNICO PERFEITO
No Splyce, Kobbe tem a oportunidade de trabalhar com o treinador estrangeiro que fez mais sucesso no Brasil. Estamos falando de Peter Dun, o qual o atirador classificou como “um técnico perfeito”
“O Peter gosta de assistir aos jogos de muitas regiões diferentes. Ele está em uma posição diferente agora, não é o técnico principal, mas trabalha conosco”, completou.
* A jornalista viajou a convite da Riot Games
