O ano de 2018, sem sombra de dúvidas, foi um dos piores da SK Telecom T1 (SKT) na história do League of Legends, com a equipe não conquistando títulos e ficando de fora das grandes competições internacionais. Mas a temporada que passou já é passado para a potência sul-coreano. É o que mostra o técnico Kim "kkOma" Jeong-gyun.
Na entrevista coletiva após a vitória da SKT sobre a Jin Air Green Wings pela rodada de abertura da liga profissional coreana (LCK), o comandante afirmou confiante que, "neste ano, quero mostrar aos fãs a performance que eles querem ver" da equipe, "uma performance com a qual ficarão satisfeitos".
O treinador acredita ainda que, se os jogadores continuarem indo bem e se encaixarem, a SK Telecom T1 terminará a competição soltando o grito de campeã.
O desempenho da SK Telecom T1 na estreia da primeira etapa deste ano da LCK realmente impressionou, tanto no jogo em equipe, quanto individualmente. Na coletiva publicada pelo InvenGlobal, kkOma elogiou todos os integrantes no time e revelou que o topo Kim "Khan" Dong-ha seria sua escolha caso pudesse dar o prêmio jogador mais valioso da série.
"Durante o segundo jogo, Khan foi frequentemente divado pelo time inimigo. No entanto, ele foi capaz de combater o adversário às vezes e até causou muito dano durante as lutas entre as equipes. É por isso que acredito que ele é o MVP de hoje", apontou o treinador.
Sobre o início da temporada e as melhorias que a SKT já apresentou em relação à KeSPA Cup, kkOma aponta que "é apenas o começo" e revela que "estamos no trabalho de formar a sinergia da equipe", "por meio dos treinos e as análises feitas pela comissão técnica". O comandante não deixa de elogiar a equipe dizendo que, "individualmente, os jogadores são todos excelentes" e que "continuam praticando para combinar seus estilos".
Ao ser questionado se sente a pressão com o fato de todos os torcedores da equipe desejarem pelo retorno da SKT ao topo do cenário, kkOma respondeu que, como "nossos integrantes atuais são tão fortes, necessariamente não me sinto pressionado". O treinador completou: "desde que comecei minha carreira de técnico, em 2013, toda e qualquer partida me pressiona, mas não me sinto mais ou menos do que sempre senti".
