A fase de entrada do Mundial de League of Legends começa em 1º de outubro em Seul com 12 equipes competindo pelas quatro últimos vagas no evento principal. Com o torneio se aproximando, a ESPN analisou as escalações e escolheu os melhores jogadores em cada posição. Essas estrelas que fazem diferença podem realizar ou quebrar o sonho de sua equipe de vencer o Mundial na Coreia do Sul.
Aqui estão os principais atiradores que jogam no torneio deste ano.
1. Jian “Uzi” Zi-hao: Royal Never Give Up
Uzi fez uma pausa no início do verão chinês, deixando a RNG com Dai “Able” Zhi-Chun em sua ausência. Entretanto, o jogador não se mostrou nem um pouco enferrujado quando retornou. O atirador continuou a dominar a LPL e inaugurou o domínio da segunda vitória consecutiva da RNG na liga.
A enorme capacidade mecânica e consistência de Uzi são atualmente incomparáveis no mundo. Depois de levar dois títulos consecutivos da LPL e o Mid-Season Invitational, o Mundial é a única etapa não conquistada pelo jogador em sua carreira.
Como alguém que atualmente considerado o melhor jogador do mundo, é óbvio que Uzi também é considerado o melhor atirador. Suas atuações no MSI fortaleceram a RNG e deram à equipe a faísca que a tornou tão empolgante durante sua primeira conquista internacional.
Como jogador e atirador, Uzi tem um nível “S” quando se trata de quase todos os aspectos do jogo, mas especialmente na fase de rotas e teamfights. Sua capacidade de garantir vantagem no farm em uma variedade de matchups ao mesmo tempo em que destrói matchups favoráveis ao outro time tornam claro que ele é o melhor laner do mundo. Mas também não é só uma questão de rotas, pois Uzi tem mostrado que ele pode virar qualquer luta a qualquer momento, especialmente se ele estiver de Kai'Sa ou Vayne.
- Xander Torres
2. Kim “Deft” Hyuk-kyu: KT Rolster
Deft tem sido um importante nome entre os atiradores no competitivo desde 2014, durante sua passagem pela Samsung Galaxy Blue. Na equipe, Deft impressionou o público e colegas com o seu posicionamento preciso em teamfights, e seu tempo na China com a EDward Gaming de 2015 até 2016 o ajudou a aprimorar sua mecânica em rotas e o potencial 2v2.
Ao voltar para a Coreia do Sul para se tornar parte desta escalação da KT, Deft mostrou mais uma vez exatamente o motivo pelo qual é considerado um dos melhores em sua posição enquanto divide a rota com um dos melhores suportes do mundo: Cho “Mata” Se- hyeong.
Durante seu tempo na KT, Deft adotou um estilo mais focado na rota que ele aprendeu na China e que combinou muito bem com suas já excelentes habilidades em teamfights. Quando o meta da rota inferior mudou no início do verão, Deft se ajustou de acordo e se tornou um ponto focal da equipe ao jogar de Mordekaiser. Isso permitiu que a KT continuasse com um estilo focado na rota inferior que desempenhou um papel importante na vitória contra a Griffin - a primeira derrota que a equipe sofreu na etapa.
Em um ano em que os atiradores precisaram se transformar em bot laners e depois retornar a um estilo mais tradicional, Deft mostrou uma vontade surpreendente de ser flexível e ajudar sua equipe.
- Emily Rand
3. Park “Ruler” Jae-hyuk: Gen.G
Desde sua chegada na LCK, em 2016, Ruler tem sido fortemente criticado por sua pequena champion pool. Ele deslumbrava os fãs de League of Legends quando jogava com suas especialidades - Varus, Jhin e Ezreal - , mas tinha grandes problemas fora de sua zona de conforto.
Um dos enredos mais interessantes que acompanharam a mudança de meta da rota inferior na Coreia do Sul foi como Ruler se manteve fiel aos atiradores tradicionais e teve vantagem com eles enquanto demonstrava uma compreensão de sua própria força, bem como uma champion pool aprimorada.
Acima de tudo, Ruler está sempre disposto a aprender. Segundo ele, os diversos confrontos contra Uzi foram pontos-chave em sua carreira, pois sempre aprendia algo valioso para aplicar em seu próprio jogo. Mais importante: isso aparece no Rift. Ruler se ajusta e pega um novo campeão ou afia suas habilidades em antigos com base no que ele sente que estava faltando contra adversários mais fortes. Isso fez dele um dos melhores da LCK e do mundo.
- Rand
4. Yu “Jackeylove” Wen-bo: Invictus Gaming
A fama de Jackeylove remonta aos dias em que o atirador da Invictus Gaming era prodígio em treinamento: ele era jovem demais para competir na LPL quando apareceu pela primeira vez no radar de talentos. A transição de Jackeylove para o competitivo foi difícil no começo, mas ele se adaptou à rota inferior no nível mais alto com o tempo e provou ser um dos melhores jogadores em sua posição.
O jogador de 17 anos ainda comete erros de novatos, mas o pico de Jackeylove em teamfights é o que o torna fatal. Sua habilidade mecânica é óbvia, e é isso que faz de Jackeylove um dos melhores do mundo no Mundial. Se ele fosse mais experiente e consistente, até poderia estar mais para cima nesta lista.
- Torres
5. Yiliang “Doublelift” Peng: Team Liquid
Não há “se”, “e” ou “mas” sobre o melhor jogador norte-americano neste torneio. Doublelift sabe que tem que ir longe no Mundial este ano depois de eliminações desastrosas da Team SoloMid ainda na fase de grupos em 2016 e 2017. Afinal, a jogada de Doublelift sendo eliminado pela Samsung Galaxy em 2016 é a primeiro que vem à mente quando falamos sobre seu desempenho internacional.
A Liquid joga em torno de Doublelift, ao contrário da TSM que jogava apenas em torno do nome do atirador, e não passar pela fase de grupos não é uma opção para o time mais caro da América do Norte. Depois de finalmente conquistar seu primeiro MVP da liga profissional depois que o título o foi negado por anos, o craque da Team Liquid nunca esteve em uma forma tão boa ou teve tanto embalo quanto este ano.
- Tyler Erzberger

