A Blizzard Entertainment, responsável por Overwatch, e o departamento governamental responsável por combate crimes virtuais na Coreia do Sul estão à caça de fraudadores no país.
Resultados manipulados e o “boost”, quando alguém se oferece para turbinar uma conta de jogo em troca de dinheiro, são algumas das modalidades dos crimes que ferem a lei daquele país que protege e promove à informação, comunicação e a indústria dos jogos.
Normas de identificação mais rígidas de acesso aos jogos e banimentos fazem parte da estratégia da Blizzard, cuja ação, que se intensificou desde o início de 2018, fez com que jogadores e fraudadores tenham sofridos duras penas, incluindo prisão em regime fechado.
O caso mais recente é de um especialista sul-coreano em tecnologia de 28 anos, acusado de receber cerca de 200 milhões de wons, perto de 700 mil reais, em troca de softwares que produziu para fraudar jogos em Overwatch. Ele foi sentenciado a dois anos em regime condicional. Se cometer algo ilícito neste período passa a ter 1 ano em regime fechado a cumprir.
