Mário Bittencourt, presidente do Fluminense, concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira (7) para explicar como será o “trabalho duplo” de Fernando Diniz, anunciado na última terça-feira (6) como novo treinador interino da seleção brasileira.
O mandatário do Tricolor deixou claro que não teme perder o técnico de vez para a CBF e revelou que o próprio Diniz recusou um convite de Ednaldo Rodrigues, presidente da entidade, para fazer parte da comissão técnica para 2026, ano da próxima Copa do Mundo.
“Não tenho nenhuma preocupação (em perder Diniz), porque foi conversado que esse é um período de um ano. O presidente conferiu ao Fernando o direito de participar da comissão técnica para 2026, e o Fernando respondeu: presidente, não”, iniciou.
“Estou fazendo um contrato para lhe atender nas datas Fifas durante um ano e continuar trabalhando no Fluminense, que é minha prioridade. Se no final de um ano as coisas caminharem de outra forma, a gente senta e reconversamos”, destacou o mandatário, que também negou que Diniz assuma a equipe que irá aos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024.
“Então hoje não existe nada pós-2024. Foi discutida até a questão de seleção olímpica, mas ele disse que não, que vai atender aos períodos de data Fifa”. Mario ainda falou sobre a convicção que o Fluminense e a CBF têm em Diniz e ressaltou a confiança no treinador.
“Acredito muito em convicção. Às vezes erro, às vezes acerto. É uma convicção do presidente Ednaldo, então essa pergunta deve ser feita a ele. Ele tinha convicção nos nomes do Ancelotti e do Fernando e está sendo convicto. Por isso que ele me procura. Admiro isso, porque também tive convicção ao trazer o Fernando de volta”, finalizou.
Próximos jogos da seleção brasileira
Bolívia (C) - 04/09 - eliminatórias da Copa-2026
Peru (F) - 12/09 - eliminatórias da Copa-2026
Venezuela (C) - 09/10 - eliminatórias da Copa-2026
