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Ancelotti no Brasil? O que estrelas da seleção falaram sobre a possibilidade do treinador assumir

Carlo Ancelotti segue sendo o plano A da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para assumir o comando da seleção brasileira. Mesmo diante das dificuldades e chance do italiano permanecer no Real Madrid, a entidade segue monitorando a situação e cogitando esperar o seu contrato acabar.

“Temos ele (Ancelotti) como um dos melhores treinadores de futebol do mundo, isso sem discriminação aos outros técnicos. Não só por ser um vencedor em tudo aquilo em que ele se coloca, mas ele também é, conforme as palavras de todos os atletas que jogam com ele, a pessoa ideal. (Os atletas) gostariam de estar sendo treinados por ele e aprendendo com ele”, afirmou o Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, evento sobre o amistoso entre Brasil e Espanha, marcado após para março de 2024 para ajudar no combate ao racismo após os recentes episódios de racismo envolvendo o atacante Vinicius Jr..

Se nos bastidores o nome do treinador segue em alta, durante a semana o assunto foi tema nas coletivas dos jogadores da seleção às vésperas da partida amistosa contra Guiné, em Barcelona, neste sábado (17), às 16h30 (de Brasília).

Pensando nisso, o ESPN.com.br reuniu todas as declarações das estrelas canarinhas que estiveram presentes nas entrevistas coletivas. Quem é a favor? Quem fez o 'lobby' pela chegada de Ancelotti? Quem se esquivou do tema?

Veja abaixo:

Richarlison

"Se ele vier, vai ajudar muito. A gente vai brigar por todos os títulos. Lá no Everton ele me ajudou muito. Me sentia um fenômeno na mão dele. Fazia gol sem parar. Me ajudou muito. Virei parceiro dele. Todo final de jogo ele me levava para casa no carro dele. Me sentia o filho dele. É um cara sensacional. Se o presidente acertar com ele, vai nos ajudar muito."

Rodrygo

“É o treinador que ganhou tudo no futebol, acredito que traz para a gente essa mentalidade vencedora. Sabe trabalhar o vestiário. Eu provo disso. Pode agregar muito aqui. Fico com a mentalidade vencedora. Onde chega, ele ganha. Pode trazer isso para a seleção, porque sabemos que a seleção tem sempre que vencer.”

Marquinhos

"A gente não tem preferência. Para falar a verdade é até delicado falar um nome assim. Depois não acontece e ficaremos sem credibilidade. Temos que ser muito cautelosos. Como eu disse antes, temos o nosso treinador interino e não vamos faltar com respeito. Sabemos que foi um grande jogador e é uma grande pessoa. Ele vem evoluindo muito e hoje vamos ajudar o máximo possível para que o trabalho seja bem feito. Deixamos o nosso presidente trabalhar com tranquilidade no nome do treinador. Nós jogadores temos que focar na preparação e em melhorar nessa mudança de ciclo para que a gente consiga melhorar cada vez mais e criar essa coesão de grupo, que tínhamos antes da Copa do Mundo. Se chegar um treinador novo, que ele possa encontrar um grupo já pronto e que vai ter se conhecido."

Ederson

"Realmente eu falei, muito se falava nele e ainda se fala. Sabemos que é uma decisão do presidente, que está trabalhando nesse assunto. Espero que possa vir, porque é muito vitorioso, pode agregar muito à seleção. Tem muitos outros treinadores. Vai ser difícil, porque ele já falou que quer ficar mais um ano no Real Madrid. Não sei o que o presidente decidiu, mas espero que seja o mais rápido possível para começar a iniciação do próximo projeto de Copa do Mundo."

Danilo

"Primeira coisa, o treinador que for tem que gostar de ganhar. E que seja bom no campo. Esse grupo é fácil de trabalhar, muito profissional, exigente a si mesmo. Quem vier, tem que ter um histórico, que seja forte, que tenha respeito, que goste de ter a bola e se ofensivo. É o que pede a história da seleção brasileira."


Neste sábado (17), às 16h30 (de Brasília), no Estádio Cornellà-El Prat, o Brasil enfrenta Guiné em amistoso. Já na terça-feira (20), às 16h, em Lisboa, Portugal, o adversário será o Senegal.