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Salário de R$ 103 milhões e viajando de ônibus: livro conta vida simples de Cavani no Uruguai

Após deixar o Paris Saint-Germain e acertar com o Manchester United, o atacante Edinson Cavani segue sendo assunto na mídia internacional. O motivo? Sua vida extracampo.

Isso porque, em sua biografia intitulada ‘El Matador’, e escrita por Romain Molina, em muitos momentos o jogador mostra sua simplicidade na forma de viver, deixando de lado a vida extravagante dos grandes craques.

“No final da temporada, Cavani pediu a referência de uma peça de roupa de que gostasse. O funcionário disse que ele poderia levar consigo e um gerente da marca confirmou. Mas, Cavani recusou, explicando que estava ganhando muito dinheiro e não precisava de um presente. Ele só pediu uma opinião para comprá-la. Comprou duas. Foi a primeira vez que vimos um jogador do PSG fazer isso. É um pequeno gesto, mas só Cavani fez”, diz um dos trechos publicados no jornal espanhol As.

Em outro trecho, é contada toda sua educação e preocupação com os funcionários do clube francês.

“Costumava ir comer muito com os funcionários do clube e não com os companheiros, as 'estrelas'. Sempre falava com as faxineiras, com as empregadas”.

Em outro momento da biografia, também é mostrado o caráter caseiro de Cavani. Ao invés de aproveitar o milionário salário viajando com a família em luxuosos jatinhos, o uruguaio preferia ficar em casa com a família.

“Você sabia que Cavani passou um mês de férias em sua cidade natal, em Salto ? No meio do inverno lá! Fazia 7 graus e ele chegou de ônibus regional. Seis horas de estrada! Quando se ganha 16 milhões de euros (R$103 milhões) por ano, não é comum”.