Mattheus Montenegro, novo presidente do Fluminense, concedeu entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (16), e abriu o jogo a respeito do interesse do Tricolor Carioca em contar com os retornos do zagueiro Nino, hoje no Zenit, da Rússia, e no atacante Jhon Árias, que está no Wolverhampton.
Ambos os nomes também estão na mira do Palmeiras para a atual temporada. Na coletiva, o mandatário explicou que por duas vezes procurou o Zenit na tentativa de recontratar Nino, mas revelou que os russos fecharam as portas e disse que, no meio do ano, fará uma nova investida pelo defensor.
“Ele é um desejo nosso desde o meio do ano passado. Tentamos trazê-lo, o Zenit não quis abrir negociação e disse que poderia voltar a conversar no final do ano. Voltamos, o Zenit disse que ainda não é o momento. Jogou essa conversa mais para frente, não tem negociação”.
“Com o Zenit não teve muita conversa e foi isso que aconteceu. Quando tiver a próxima janela, vamos tentar trazer o Zenit. Queremos muito que ele esteja conosco esse ano. E na próxima janela vamos tentar mais uma vez a contratação do jogador”, disse o presidente.
Montenegro também foi direto sobre a situação de Árias. Hoje no Wolverhampton, da Inglaterra, o atacante é o “plano A” do Palmeiras para o sistema ofensivo. No entanto, por obrigação em contrato, o Fluminense precisa ser notificado em caso de oferta para saber se tem interesse em cobrir e contar com o atleta.
O mandatário disse que existe um planejamento pela compra do atacante, mas admitiu que existe um certo “teto financeiro” para conseguir vencer a concorrência e contar mais uma vez com o colombiano.
“Sobre o Árias, ele saiu daqui a menos tempo. Temos excelente relação com ele, com o representante, é uma conversa que acontece com frequência. Soubemos do interesse do Palmeiras, de outros clubes. O Árias tem o interesse desde sempre de vários clubes. É um jogador espetacular. No contrato de venda dele tem uma cláusula com a preferência por ele”.
“Se ele voltar para cá, o Fluminense precisa ser notificado se exerce ou não essa preferência”.
“O nosso planejamento é de exercer essa preferência. A gente não sabe quando vai vir essa oferta, de quanto será, qual o valor eles aceitariam fazer, mas temos um planejamento sendo montado para isso. Não posso garantir que vamos fazer por que não sei o valor. Mas estamos nos planejando para fazer isso”, finalizou.
