<
>

André revela 'pacto' do Flu, se derrete por Diniz e afirma: 'Hoje, ninguém treina mais que nós no Brasil'

Um dos grandes nomes do Fluminense atual, André é peça importante para o time buscar a classificação para a final da CONMEBOL Libertadores. E a disputa da semifinal se inicia nesta quarta-feira (27), às 21h30 (de Brasília), contra o Internacional no Maracanã.

Para o Flu, a disputa do torneio se iniciou em 5 de abril, contra o Sporting Cristal, no Peru. Para o elenco, porém, foi bem antes. Em entrevista à ESPN, André falou sobre o 'pacto' feito pelo time ainda no início de 2022, após queda para o Olimpia, ainda sob o comando de Abel Braga.

"O que ninguém sabe é que que desde quando fomos eliminados lá no ano passado para o Olimpia, que nós falamos lá no vestiário, nosso time fez um pacto que a gente que a gente ia voltar esse ano para a Libertadores, a gente ia brigar. Então o nosso time vinha se preparando desde o ano passado para esse momento. Era classificar bem no Campeonato Brasileiro, classificar direto e tentar fazer o mais longe possível nessa Libertadores desde 2022 para cá”, disse.

Dentro de campo, o Fluminense tem se caracterizado pelo seu estilo de jogo ofensivo, característica marcante do técnico Fernando Diniz. O camisa 7 não poupou elogios ao treinador e disse até o que ele pode fazer para ajudar ninguém mais, ninguém menos que Neymar.

“Estou vendo uma crescente muito grande, principalmente depois que o professor Diniz assumiu ano passado. Já consegui todos os prêmios da minha posição. Nunca pedi nada para isso acontecer. Acho que as coisas são uma consequência do trabalho de treinamento. É um cara que que se dedica todos os dias para os jogadores”, afirmou.

“É o cara que tenta fazer a gente se sentir bem primeiro fora de campo, tenta entender quem somos e tenta fazer a gente jogar pelo que nós passamos, tentar ajudar todo mundo, independente de quem seja. A mesma forma que ele que ele me ajudou do ano passado até aqui, por exemplo, é o que ele vai tentar fazer com o Neymar”, continuou.

“É um cara que cobra muito e que se precisar xingar, ele xinga, se precisar, dá esporro. Mas é sempre para o nosso bem. É o cara que costuma falar e que dá a vida pela gente. E se for preciso morrer pelo nosso time, ele vai morrer. Ele vai morrer pelo trabalho dele”, acrescentou.

André ainda exaltou o trabalho feito no dia-a-dia no clube, afirmando que, no Brasil, nenhum clube trabalha mais do que o Fluminense.

“Hoje eu tenho certeza no Brasil que ninguém treina mais que a gente. Ninguém passa mais tempo no campo que a gente, ninguém treina mais no pré-jogo que a gente. Então, tudo que a gente faz hoje no campo, pode ter certeza que tem muito trabalho e muito, muito sacrifício. Não é só você jogando bonito, fica com a posse”, apontou.

“Mas eu acho que é correr, dar a vida por nós, pela nossa família, por quem está lá no estádio, que muitas das vezes deixa de fazer alguma coisa com dinheiro para comprar ingresso. Eu acho que o mínimo que a gente pode retribuir é dando a vida dentro de campo, então isso é a única coisa que ele pede, não pede para ir para dar show”, seguiu.

“Acho que isso é consequência. Depois de algumas partidas, acaba se tornando fácil. Ele tenta trazer a realidade da vida para dentro do campo, tenta fazer seja lá como for, tenta jogar solto e é um jeito diferente de jogar", finalizou.

André atuou em 45 jogos com a camisa do Fluminense na temporada, o 6º atleta que mais jogos fez com a camisa do time em 2023.

Próximos jogos do Fluminense