Neymar volta quando? Entenda planos da Seleção e se resultado de exame muda programação para a Copa do Mundo

Existem dois noticiários que mexem com o dia a dia da Seleção Brasileira às vésperas da estreia da Copa do Mundo: um sobre as dúvidas de Carlo Ancelotti para montar o time que enfrenta Marrocos, no próximo sábado (13), e outro sobre a situação de Neymar. Esses assuntos, ao menos por enquanto, seguirão separados por mais um tempo.

Após novo exame de imagem realizado na segunda-feira (8), o craque segue sem condições de treinar com bola ao lado dos companheiros. Havia a expectativa que uma evolução do tratamento na panturrilha direita oferecesse a Neymar a possibilidade de ir a campo e quem sabe até compor o banco de reservas na estreia da Copa.

Os resultados exigiram mais cautela do que otimismo. O departamento médico da Seleção, chefiado pelo doutor Rodrigo Lasmar, mantém o cronograma projetado desde quando o atacante se apresentou na Granja Comary, no dia 27, e só vai liberá-lo para trabalhos com bola quando tiver plena convicção de que a lesão está curada e sem risco de um novo problema.

O cenário de momento aponta para que Neymar seja relacionado somente para o segundo jogo do grupo, dia 19, contra Haiti, na Filadélfia. Se for ao banco de reservas contra Marrocos, a tendência é que o atacante apenas faça companhia aos companheiros, por saber do peso que significa sua imagem com o grupo e também sobre os adversários.

Nos bastidores, o comportamento do camisa 10 segue bastante elogiado. O que se vê no dia a dia dentro do hotel da Seleção, em Basking Ridge, e também no centro de treinamento do New York Red Bulls é um Neymar obcecado pela recuperação, com tratamentos em até três períodos, e sem tirar folga nem quando os demais jogadores a ganham.

O foco está na recuperação o quanto antes, até porque o próprio jogador sabe que a Copa de 2026 será a última da carreira. Em postagens recentes nas redes sociais, Neymar usou até a expressão "last dance" para descrever a expectativa para o Mundial.

Enquanto não pode atuar, ele serve de conselheiro e apoio aos atletas da Seleção, com quem possui relacionamento muito próximo, desde as lideranças mais antigas (Casemiro, Marquinhos, Danilo e Alisson, entre outros) aos mais novos, que o enxergam como uma referência.

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