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Luís Castro explica explosão com Edina Alves em clássico: 'Não admito que interfiram na minha equipe'

Luis Castro durante Flamengo x Botafogo Vitor Silva/Botafogo

O Botafogo assumiu a liderança isolada do Brasileirão depois de vencer o clássico contra o Flamengo por 3 a 2. Um dos fatos que marcou a partida, porém, foi a expulsão do técnico Luís Castro depois de explosão com a árbitra Edina Alves Batista.

Após a partida, em entrevista coletiva, o treinador português foi questionado sobre a discussão que teve com a árbitra e explicou a sua visão sobre o fato, afirmando que entrou em conflito depois de uma substituição que iria fazer.

"A árbitra comanda a equipe dela, e eu comando a minha. Eu tinha dito que não queria a substituição na bola parada, porque o jogador que eu iria retirar de campo é alto, como o Junior Santos, e ia colocar um jogador mais baixo em campo naquele momento", disse.

"No futebol, tudo pode acontecer, e, nesse momento, imagina (se sai), gol do Flamengo. Neste momento, toda a mídia diria que eu era maluco, tinha feito uma substituição naquele momento. Nem é só por isso, era uma decisão minha, não queria a substituição naquele momento, eu informei a equipe de arbitragem. Por isso, não era para ser feita. Não admito que ninguém interfira na minha equipe, só isso, nada mais", completou.

Além do treinador, o lateral-direito Rafael foi expulso por conta de um pisão em Everton Cebolinha. Mas o Alvinegro ficou revoltado com uma falta de Thiago Maia em Di Plácido, reclamando em seu perfil no Twitter.

Com a bola rolando, o Botafogo abriu 2 a 0 no primeiro tempo com gols de Tiquinho Soares e Danilo Barbosa. No segundo, Rafael foi expulso, e o Flamengo diminuiu com Léo Pereira, mas Tiquinho marcou o terceiro minutos depois. No fim, o camisa 4 rubro-negro diminuiu e fechou o 3 a 2.

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