<
>

Atlético-MG: Victor rasga elogios a Everson e revela o que o goleiro tem que o coloca acima da média: 'Não me surpreende o momento que vive'

play
'Não me surpreende o momento que vive': Victor aponta qualidade que coloca Everson como goleiro acima da média (1:40)

Ídolo do Galo falou em entrevista exclusiva ao ESPN.com.br (1:40)

Buscando uma vaga na final da Conmebol Libertadores, o Atlético-MG recebe o Palmeiras, nesta terça (28), às 21h30, no Mineirão. Caso a partida tenha um novo 0 a 0, o primeiro finalista do torneio continental será decidido nos pênaltis, e o Galo pode contar com o trunfo de ter Everson embaixo das traves.

Assista a toda a repercussão de Atlético-MG x Palmeiras no Linha de Passe, logo após o jogo, com transmissão pela ESPN no Star+. Ainda não é assinante? Clique aqui para ter mais informações.

Fundamental nas classificações contra Boca Juniors e River Plate, pelas oitavas e quartas de final, respectivamente, o goleiro recebeu os elogios de quem conhece muito a posição e escreveu o nome na história do Atlético-MG.

Em entrevista ao ESPN.com.br, Victor, ex-goleiro campeão da Libertadores em 2013 e atualmente gerente de futebol do clube, o que Everson tem de diferencial que o coloca em um patamar de cima dos goleiros.

“Primeiramente, falando do Everson, vive grande momento, único da carreira dele. Foi decisivo contra Boca e River. Pegando pênalti contra o Boca, fazendo grandes defesas contra o River Plate. Vejo no melhor momento da carreira dele”, começou por afirmar.

“Todo goleiro está sujeito a instabilidades. Eu já vivi muito isso. A diferença do goleiro regular e o acima da média é saber reagir aos momentos de dificuldades. Tem que ter uma estrutura emocional para superar. Isso que a gente enxergou no Everson. Não me surpreende o momento que ele vive, acompanho o dia a dia. O quanto se dedica, trabalha, se prepara”.

“Nos pênaltis, a gente sempre tem muito interação. A gente tenta sempre fazer uma análise, eu participo pontualmente também em avaliações do adversário. Mas, ali no momento, é o feeling do goleiro, da percepção. Claro que a informação ajuda muito. É uma disputa emocional. Entendo pênalti como o grande duelo emocional. Você tenta desestabilizar o batedor, tentando induzir a bater no canto que você quer. E ele foi muito feliz naquela decisão (Boca Juniors). Teve muita frieza para achar o canto certo nas defesas que fez”, finalizou.