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Dirigente do Atlético-MG, 'São Victor' elogia e revela nomes do Palmeiras que o agradam: 'Se ficar falando, falarei do elenco inteiro'

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Hoje gerente de futebol, 'São Victor' revela como ajuda o elenco do Atlético-MG em momentos decisivos (1:03)

Ex-goleiro do Galo e atual gerente do clube concedeu entrevista ao ESPN.com.br (1:03)

Nesta terça-feira, Palmeiras e Atlético-MG medem forças às 21h30 (de Brasília) no Allianz Parque pelo jogo de ida da semifinal da Conmebol Libertadores.

Buscando o bicampeonato continental, o Galo conta, hoje, fora dos gramados, com um dos grandes responsáveis pela primeira conquista: o ex-goleiro Victor.

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Fundamental na campanha de 2013, Victor pendurou as luvas em março, mas, de cara, partiu para uma nova função no clube. Atualmente, o ídolo do Alvinegro é gerente de futebol.

Em entrevista ao ESPN.com.br, Victor rasgou elogios ao elenco do Palmeiras, mostrou conhecimento sobre as peças adversárias e revelou alguns nomes do plantel de Abel Ferreira que o agradam.

“Difícil falar de um nome só em um elenco tão qualificado como o do Palmeiras. Desde o goleiro, passando pela defesa, os jogadores de criação. Os velocistas, como o Dudu. Jogadores de alto poder de decisão, como Luiz Adriano, o próprio Rony, que fez uma excelente campanha na Libertadores do ano passado", começou por afimar.

"Weverton é grande goleiro. Temos o Marcos Rocha, que conhecemos bem, lateral extremamente vitorioso e competente. Difícil citar um nome dentro de um elenco tão qualificado. Tem o Raphael Veiga, que vem fazendo um grande trabalho. Se ficar falando, vou falar do elenco inteiro. Acho que é um duelo de grandes nomes e forças, que será decidido em detalhes. Perspectiva de um grande confronto. Quem tem a ganhar é quem estará acompanhando o duelo”.

Ansiedade fora dos gramados

Acostumado a ser decisivo dentro de campo, agora, Victor tem que se contentar em 'sofrer' fora das quatro linhas ao acompanhar as partidas. Para ele, a ansiedade é normal.

No entanto, o ex-goleiro abriu o jogo e revelou como, mesmo sem estar mais dentro de campo, ajuda o elenco do Atlético-MG, principalmente os mais jovens.

“Realmente, ansiedade ela existe, porque você não está no controle da situação, e justamente por não ter ele que você fica naquela sensação de impotência. Sua área de atuação é limitada. Hoje, é dentro do vestiário, mobilizar, conversar, instruir. Até para tranquilizar, passar as experiências que eu vivi em Libertadores, até para os mais jovens. Porque é um jogo grande, que vale muito e qualquer atenção é fundamental para que você logre o resultado positivo”.

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Mas, mesmo com as grandes campanhas, Victor rechaçou o rótulo de favorito.

“De forma alguma. Jogo decidido em detalhes. 50% de chance para cada. Espero que durante os jogos a gente levante esse percentual. Confronto de gigantes, bem treinadas, grandes elencos. Confronto equilibradíssimo. Falar em favoritismo é dar tiro no pé”, finalizou.