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Presidente do Palmeiras diz que fala de Abel Ferreira 'não agrega' e revela 'reunião geral' nesta sexta-feira

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Abel Ferreira relembra discurso, fala sobre 'alto preço' que paga e faz apelo a torcida e imprensa (1:18)

'Estou aqui para vencer'; reforçou o treinador do Palmeiras (1:18)

As reclamações públicas de Abel Ferreira na coletiva de imprensa após a derrota por 3 a 1 para o Red Bull Bragantino, pelo Campeonato Brasileiro, nesta última quarta-feira (23), parecem não ter repercutido muito bem na Academia de Futebol do Palmeiras.

Em entrevista aos canais SporTV, Mauricio Galiotte, presidente do Alviverde, bateu novamente na tecla do 'equilíbrio' na hora da busca por reforços e também criticou a forma como o português se manifestou.

"A declaração dele não agrega e não soma, nós sabemos de todos os detalhes. Não soma nada aos atletas, à direção, ao torcedor. Acaba expondo situações tratadas. Nós sabemos exatamente tudo o que acontece. Eu também quero um time imbatível, mas nesse momento é preciso muito equilíbrio. Ele sabe disso. Nós temos um diálogo basicamente diário. Todos nós queremos ganhar, mas temos que ser responsáveis", disse o mandatário.

"Amanhã (sexta-feira, 25), estarei com todo o grupo, comissão técnica e passando detalhadamente, caso falte alguma informação, novamente, para todo grupo, o que é a situação atual do clube e os próximos passos. E, principalmente, tirar todas dúvidas caso tenha alguma ainda em vista", reiterou o presidente do Palmeiras.

A respeito de uma busca por reforços, Galiotte destacou que o Palmeiras segue no mercado por novas peças para reforçar o elenco, mas voltou a declarar que os impactos da pandemia da COVID-19 nas finanças do clube atrapalham e muito a procura por novos nomes.

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"Nós estamos tratando isso. Estamos no mercado e tentando qualificar esse elenco. Esse mesmo grupo ganhou uma triplice coroa. Estamos atentos. Mas temos que ter equilíbrio. Meu mandato termina em seis meses. Eu poderia contratar três, quatro, montar um esquadrão e deixar a conta para outras gestões".

"Eu mesmo falei para ele há dois, três dias. Nós temos uma situação peculiar e específica. Toda a crise que vivemos em 2020 segue em 2021. Óbvio que o relatório do futebol é importante, mas administrativo e financeiro também. As ponderações se fazem necessária", finalizou.