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Como Mancini pegou Itália no 'fundo do poço' e transformou seleção em sensação na Euro

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Immobile e Insigne: a dupla que ninguém segura na seleção italiana (0:48)

Veja números do desempenho dos dois com a camisa da 'Azzurra'; ambos já marcaram na estreia dos italianos na Eurocopa 2020 contra a Turquia (0:48)

Ainda na segunda rodada da Eurocopa, é possível afirmar que a Itália é uma das principais sensações da competição até aqui.

E não é para menos. Duas vitórias dominantes por 3 a 0 sobre Turquia e Suíça e a classificação às oitavas de final já garantidas. Mais do que isso, a Itália mostrou um estilo que praticamente nunca antes foi visto, dominando a posse de bola e jogando ofensivamente o tempo todo, ao contrário dos fortes times defensivos que se notabilizaram ao longo de sua história.

E o principal responsável por essa "revolução" no futebol italiano tem nome e sobrenome: Roberto Mancini.

O ex-técnico da Lazio, Inter de Milão e Manchester City mudou a forma da seleção italiana jogar. Mesmo sem grandes craques, a Azzurra tem dado show e há motivos para acreditar que o segundo título da Euro vem.

E Mancini não teve vida fácil na seleção. Pelo contrário, ele assumiu o comando, em maio de 2018, no momento mais delicado, dias depois da Itália conseguir ficar de fora da Copa do Mundo de 2018, caindo nas eliminatórias.

Em agosto de 2018, a Itália ocupou a 21ª posição no ranking da Fifa, a pior em toda a história da seleção tetracampeã.

Mancini recolocou a Itália no top-10 (é a 7ª atualmente) e ainda engatou uma sequência agora de 29 partidas de invencibilidade, sendo 10 seguidas em levar um gol.

A última derrota da Itália foi em 2018, para Portugal, na Liga das Nações.

Ao todo, Mancini comandou a seleção em 34 partidas, com 25 vitórias, 7 empates e duas derrotas, marcando 85 gols e sofrendo apenas 14.