<
>

CBF encaminha venda de jatinho de luxo comprado por Rogério Caboclo em último dia útil de mandato

play
Com Daniel Alves, André Jardine convoca seleção brasileira para a disputa da Olimpíada de Tóquio (1:29)

O zagueiro Diego Carlos, do Sevilla, e o goleiro Santos, do Athletico-PR, também aparecem na lista para os Jogos Olímpicos (1:29)

A CBF está perto de resolver uma polêmica deixada por Rogério Caboclo, afastado da presidência da entidade por conta de acusações de assédio.

A confederação achou um comprador e encaminhou a venda do jato de luxo comprado pelo ex-mandatário em seu último dia útil no comando. A negociação está na fase de troca de documentos e assinaturas, com expectativa de ser fechada até o fim de semana.

No dia 4 de junho, antes de ser afastado, Caboclo investiu US$ 14 milhões (cerca de R$ 70 milhões) dos cofres da entidade na aeronave Legacy 500, com capacidade para 16 pessoas, fabricado pela Embraer. A compra, revelada inicialmente pelo blog do jornalista Rodrigo Mattos. foi feita sem o conhecimento de diretores da CBF.

A CBF deve vender o jato pelo mesmo valor, devolvendo a mesma quantia aos cofres da entidade.

A confederação já tem um jato, mas com capacidade menor de 12 pessoas. Mesmo assim, não vê a necessidade de investir em uma nova aeronave.

A ideia de Caboclo era vender o Cessna Citation, atual avião da CBF, que comporta 12 pessoas, por R$ 22 milhões.

Caboclo foi afastado do comando da CBF em 6 de junho, dois dias após a compra do jato.