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Fernandinho comemora 'presente' de aniversário e relembra início no City: 'Nem tinha passado da fase de grupos'

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O Manchester City é o primeiro finalista da temporada 2020-21 da Champions League. Nesta terça-feira, no Etihad Stadium, o time inglês venceu o PSG por 2 a 0 no duelo de volta da semifinal. Na ida, a equipe britânica havia também vencido o PSG, mas por 2 a 1.

Após a partida, o volante brasileiro Fernandinho, que completou 36 anos justamente nesta terça-feira, falou sobre o "presente" que recebeu ao conquistar a vaga na final.

"Do ponto de vista profissional, sim, foi o maior presente que recebi durante toda a minha carreira, principalmente depois de 15 anos na Europa e a primeira vez na final da Champions. O resultado de hoje foi maior presente que já recebi", disse o brasileiro, à TNT Sports.

"Quando tem pessoas a seu lado para construir história, você acaba compartilhando momentos difíceis, de amargura, frustração. E isso vai criando força, casca, uma mentalidade de nunca desistir. A minha história na Europa se baseia nisso, desde 2005, quando cheguei no Shakhtar ainda. Sempre acreditei que com o trabalho bem feito eu poderia realizar esses sonhos. Sem dúvida todas as pessoas que estiveram ao meu lado, da minha família, a minha esposa... sem dúvida é uma vitória de todos. Valorizo muito essas pessoas que me apoiam nos momentos de dificuldade, que não foram poucos. Obviamente é uma classificação para a final, queremos algo maior, mas nessas próximas 3 semanas vamos ter tempo suficiente para nos preparar e comemorar todo mundo junto", completou.

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O brasileiro está no City desde 2013 e relembrou o começo da "era bilionária" do clube, que aos poucos se tornou na potência europeia que é hoje.

"A primeira vez que tive contato com City foi em dezembro de 2012. Conversaram, fizeram proposta. Queremos chegar na final da Champions e dessa forma. Cheguei em 2013 e o City nem tinha passado da fase de grupos. depois acabamos caindo sucessivamente nos mata-matas, seja em oitavas, quartas, em 2016 na semifinal. E hoje estamos colhendo os frutos de um trabalho que começou lá atrás, uma confiança mútua de toda a diretoria. Me contrataram e falaram: 'nós queremos alguém para ser o líder'. Foram muitas mudanças, jogadores chegaram, treinador, mas o objetivo era muito claro. Derrotas foram apoiadas, processo foi mantido. Tudo contribuiu para chegar nesse momento. Felicidade muito grande dentro do clube. Cada um tem parcela de responsabilidade desde que cheguei aqui e hoje é um dia para celeborar, para se alegrar. Mas nosso desejo é ganhar o título e vamos nos preparar para isso".