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Palmeiras tem novidade para final da Supercopa, e Ceni confirma Flamengo para a decisão; vejas as escalações

Rivais neste domingo (11) na decisão da Supercopa do Brasil, Palmeiras e Flamengo estão escalados para tentarem o título na partida que será disputada no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, a partir das 11h.

De olho também no duelo diante do Defensa y Justicia pela Recopa Sul-Americana, Abel Ferreira tirou Willian e começará a partida deste domingo com o jovem Wesley.

O treinador mandará o time a campo com Weverton; Marcos Rocha, Luan, G. Gomez e Viña; Felipe Melo, Zé Rafael e Raphael Veiga; Breno Lopes, Wesley e Rony.

Adversário dos paulistas, o Flamengo também está escalado para a partida no Mané Garrincha. Tentando seu segundo título nacional no comando do Rubro-Negro, o técnico Rogério Ceni mandará o time a campo com a seguinte formação:

Diego Alves; Isla, Arão, Rodrigo Caio e F. Luís; Diego, Gerson e Everton Ribeiro; Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol.

Em jogo único, a decisão que opõe os atuais campeões do Brasileirão e da Copa do Brasil tem um belo atrativo, além da taça: uma premiação milionária.

Quem foi campeão levará a bolada de R$ 5 milhões. Já o vice também leva um bom dinheiro, mas longe do prêmio do vencedor: R$ 2 milhões.

Arrecadar premiações é extremamente importante para todos os clubes do país, mas torna-se ainda mais essencial nos casos de Verdão e Fla.

Afinal, os times têm duas das maiores folhas salariais do país. Ambos ainda vêm de prejuízos fortes em 2020, causados pelas abruptas quedas de receitas causadas pela pandemia de COVID-19.

No caso do Rubro-Negro, o déficit foi de R$ 107 milhões, com uma queda de 20,5% das receitas em relação a 2019.

O Alviverde, por sua vez, registrou prejuízo de R$ 151 milhões, também com diminuição elevada de faturamento.

Vale salientar, porém, que os dois clubes têm quantias grandes de dinheiro que não entraram no balanço de 2020 e só entrarão no de 2021.

O Flamengo, por exemplo, ainda tem a receber R$ 87 milhões em direitos de transmissão referentes ao ano passado.

Já o Palmeiras ainda tem para receber as premiações relativas à semifinal e à final da Libertadores, além de R$ 32 milhões do bônus pelo título da Copa do Brasil (o Verdão já antecipou R$ 22 milhões).

No caso das duas equipes, os motivos apontados para os déficits são unânimes: estádios fechados (ou seja, sem bilheteria), desvalorização do real em relação ao dólar e diminuição no número de sócios-torcedores adimplentes.

Ainda sem previsão de quando as praças esportivas poderão receber público, já que a vacinação segue lenta no país, o momento dos times é de tentar segurar as finanças e equilibrar as contas.