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Torcedores do Benfica fazem protesto contra Jorge Jesus e presidente do clube

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'Crise do Benfica não tem nada a ver comigo e com meus jogadores', se defende Jorge Jesus (1:54)

Mister concedeu entrevista coletiva na véspera de Arsenal x Benfica pela Europa League (1:54)

Torcedores do Benfica protestaram com um "buzinaço" em Lisboa durante a noite de quarta-feira contra o mau momento vivido pela equipe na temporada e colocaram faixas nas imediações do Estádio Luz.

Os principais alvos eram o treinador Jorge Jesus e a direção do clube, liderada pelo presidente Luís Filipe Vieira.

As declarações de Jesus antes do jogo contra o Arsenal, válido pela Europa League, foram muito mal recebidas.

O treinador português pediu "carinho" aos torcedores e justificou dos maus resultados culpando o surto de COVID-19 que afetou o elenco.

Os torcedores ironizaram as declarações do mister nas fixas utilizando frases como "Queres carinho? Levaste com PAOK" e "A nossa pandemia é faltar Benfica ao Benfica".

O trabalho de Jesus passou a ser questionado logo no começo da temporada, quando a equipe foi eliminada na fase de playoffs da Uefa Champions League para o PAOK-GRE comandado por Abell Ferreira, atualmente técnico do Palmeiras.

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3:32

Jorge Jesus se irrita em coletiva ao saber de 'buzinaço' da torcida do Benfica: 'Deveria haver um para nos dar carinho'

Mister concedeu entrevista coletiva na véspera de Arsenal x Benfica pela Europa League

O Benfica soma apenas duas vitórias nos últimos sete jogos. O time encarnado está na quarta posição da Campeonato Português, a 15 pontos do líder Sporting. E na Taça da Liga, os encarnados foram eliminados na semifinal pelo Braga.

Se cair na Europa League, a última opção de título de Jorge Jesus neste retorno será na Taça de Portugal, onde o Benfica está na semifinal contra o modesto Estoril, tendo vencido na ida por 3 a 1.

Com a crise no Benfica, Jesus teria a intenção de voltar ao Flamengo antes do final do contrato com o time português. Como revelou o ESPN.com.br, o Mister disse a pessoas próximas, que toparia até se adequar à nova realidade financeira do Brasil.